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Unidade de acolhimento é inaugurada em Paranaguá

Lar acolhe meninas em situação de vulnerabilidade

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Na manhã de quarta-feira, 26, a Prefeitura de Paranaguá inaugurou a nova unidade do centro de acolhimento Aníbal Roque. O local fica na Vila dos Comerciários,  tendo como objetivo acolher crianças e adolescentes de zero a 18 anos em situação de vulnerabilidade.  

A casa foi construída no ano passado pela empresa Klabin, mas somente agora passa a entrar em atividade em função de a atual administração ter sanado algumas irregularidades. A situação foi explicada na solenidade pelo secretário Municipal de Assistência Social, Levi Andrade.

“O Lar das Meninas Aníbal Roque foi construído ano passado e, nesta gestão, fizemos toda a parte burocrática, como a planta do imóvel, vistoria do Corpo de Bombeiros e toda adaptação. Trabalhamos intensamente para que pudesse ser inaugurado em julho”, explicou Andrade.

O prefeito Marcelo Roque em seu pronunciamento destacou que neste início de gestão sua equipe vem cumprindo os objetivos propostos. O chefe do Executivo agradeceu o empenho dos funcionários públicos e citou a união em prol do bem-estar da população. “A Klabin  fez este prédio maravilhoso que hoje estamos inaugurando para nossas crianças. Temos uma lei na Câmara aprovada prevendo a legalidade de parcerias entre as empresas privadas junto com os órgãos públicos. Nesse momento de crise, esperamos que as empresas que estão em nosso município deem uma contrapartida para Paranaguá. Assumimos com dificuldades em todas as secretarias, mas estamos conseguindo progredir e pretendemos chegar até o final deste ano com tudo em dia”, destacou o prefeito.

 


O chefe do executivo agradeceu o empenho dos funcionários públicos

 

Também marcaram presença na solenidade Ruth Figueiredo (chefe Regional do litoral na Secretaria de Estado da Família de Estado e Desenvolvimento Social), Arnaldo Maranhão (vice-prefeito), secretários municipais, os vereadores Nilo Monteiro e Ratinho Miguel, além de membros da comunidade. A coordenadora da unidade,  Elizabeth Azevedo, ressaltou que a casa tem capacidade para abrigar até 20 crianças. “Os menores que chegam à unidade de acolhimento possuem históricos diferentes como, por exemplo, situação de rua, violência doméstica e outros casos de negligência familiar”, apontou. 

A unidade possui 13 funcionárias, onde a dedicação diária assume o papel fundamental. A equipe ressaltou que o amor fica acima de tudo, fazendo com que as crianças se sintam amparadas pelo carinho.

 


O chefe do executivo agradeceu o empenho dos funcionários públicos

 

COMO FUNCIONA

A Unidade de Acolhimento entrou em atividade há uma semana e, atualmente, conta com quatro crianças alojadas, as quais têm famílias com problemas judiciais variados. De acordo com o secretário da pasta, em muitos casos os pais abandonam, o Conselho Tutelar faz o atendimento e a Vara da Família, através da juíza Dra Pamela Flores, juntamente com o Ministério Público, determina que elas fiquem abrigadas provisoriamente. “Neste período, é realizado um trabalho com a família dessas crianças para que elas possam se reestruturar para receber novamente as crianças. Já tivemos casos em que algumas chegaram a ficar até sete anos no lar de acolhimento”, esclarece. 

 


Elizabeth Azevedo, coordenadora da unidade, apresentou os cômodos

 

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