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Trabalho

Sindicato dos Estivadores destaca a importância da manutenção dos postos de trabalho

Presidente João Lozano lembrou as conquistas alcançadas em 117 anos de atuação

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O Sindicato dos Estivadores de Paranaguá completa, neste ano, 117 anos de atuação. Com mais de mil associados na ativa, o foco da entidade está na manutenção dos postos de trabalho para o fortalecimento da categoria que tem história na região.

Atualmente, o presidente do Sindicato dos Estivadores de Paranaguá e da Frente Intersindical, João Lozano, afirmou que o cenário exige mudanças e mais união da classe.

“Vemos um cenário difícil de negociar, pela atual situação que se encontra o Brasil, devido às mudanças que estão sendo feitas pelo governo. Entendemos também que essas mudanças têm que acontecer. Nosso maior medo hoje é que a gente perca a unicidade sindical. Hoje, nós somos o único sindicato do Estado do Paraná que representa Paranaguá”, disse Lozano.

Lozano se diz muito satisfeito com as realizações do sindicato em todos esses anos de atuação. “Vamos completar 117 anos de conquistas e vitórias. Fico muito orgulhoso de estar representando a categoria, que me deu tudo na vida. Fico feliz de falar que a gente no sindicato é psicólogo e amigo, os associados vêm falar comigo, às vezes, só para conversar e eu atendo todos. A minha função é ser presidente e também amigo de todos. Vai passar esse mandato, mas estarei como estivador”, ressaltou Lozano.

Proximidade com o Poder Executivo

Segundo ele, o Poder Executivo de Paranaguá tem demonstrado interesse em atender a categoria. “Como presidente da Intersindical, no que eu peço, o prefeito nos ajuda na medida do possível e isso é excelente. Como a gente vive em uma cidade que é portuária, que o porto é o que mais movimenta a economia, acho fundamental o Poder Executivo estar junto com os trabalhadores, pois somos nós que estamos na labuta do dia a dia para não só ajudar a família estivadora, mas também o comércio e a cidade de Paranaguá”, afirmou Lozano.

Reivindicações da categoria

Perante os operadores portuários, a reivindicação maior é pela manutenção do mercado de trabalho, algo que, segundo Lozano, será um desafio para quem estará à frente do sindicato no ano que vem.

“A gente sabe que hoje as coisas estão mudando com a inovação tecnológica. A gente vai à mesa de negociação reivindicar o nosso lado, mas do outro lado o operador portuário, que é quem nos paga, também quer reivindicar o lado dele. Às vezes, as negociações são demoradas porque a gente não vai conseguir tudo que a categoria quer e mesmo os operadores portuários não vão conseguir tudo que almejam”, ressaltou Lozano.

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