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Paraná Produtivo

Coopavel compra

Após negociações entre Dilvo Grolli, presidente da cooperativa, e Ricardo Guerra, CEO do Grupo Guerra, a cooperativa se decidiu pela aquisição da Sementes Guerra.

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A Coopavel amplia seus investimentos no Sudoeste do Paraná. Após negociações entre Dilvo Grolli, presidente da cooperativa, e Ricardo Guerra, CEO do Grupo Guerra, a cooperativa se decidiu pela aquisição da Sementes Guerra, empresa que lidera o ranking da produção, pesquisa e comercialização de sementes de soja, milho e trigo do Brasil.

Dobrar o faturamento

Atualmente, a Coopavel trabalha com mais de 5 mil associados e quase 6 mil colaboradores diretos. Em 2018, o faturamento da cooperativa fechou em mais de R$ 2.5 bilhões. Com a aquisição da Sementes Guerra, a previsão é de dobrar esse faturamento nos próximos dois anos, além de 500 empregos indiretos na região.

Produção industrial

A produção industrial do Paraná é a maior do Brasil em 2019. A taxa de crescimento foi de 6,9% até outubro, em comparação com mesmo período do ano passado, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na última terça-feira. É o melhor resultado dos últimos oito anos. No País, o desempenho foi negativo, de -1,1%.

Setores em alta

O crescimento industrial paranaense em 2019 foi impulsionado pela produção de veículos automotores, reboques e carrocerias (27,7%) e alimentos (8,9%) – maiores índices setoriais do País. É o melhor resultado desde 2010 no setor automotivo e o melhor da série histórica (desde 2002) na indústria alimentícia.

Vizinhos bem

Entre janeiro e outubro de 2019, ante igual período do ano anterior, Paraná (6,9%) e Rio Grande do Sul (3,7%) apontaram os avanços mais elevados. Amazonas (2,9%), Goiás (2,8%), Santa Catarina (2,6%), Ceará (1,2%), Rio de Janeiro (0,9%) e São Paulo (0,4%) também registraram taxas positivas no período.

Celeiro do mundo

O IBGE também divulgou números da Agricultura na última terça-feira. A safra de 2020 deve totalizar um recorde de 240,9 milhões de toneladas, 33,6 mil toneladas a mais que o desempenho do ano anterior. Os dados fazem parte do relatório Prognóstico da Safra do instituto.

Já segundo a Conab

Também na terça-feira, a Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou seus números. Segundo o relatório, o Brasil deverá produzir 246,633 milhões de toneladas de grãos na safra 2019/2020, de acordo com a nova estimativa anunciada em Brasília. Os técnicos revisaram para cima o número anterior, de novembro, que era de 246,369 milhões. Se confirmada, a safra nova será 1,9% maior que a 2018/2019, com a colheita estimada pelos técnicos em 242,073 milhões de toneladas.

Área plantada

Ao todo, os agricultores brasileiros devem plantar uma área de 64,188 milhões de hectares na safra 2019/2020, um aumento de 1,5% em relação ao período anterior, influenciado pela área de soja. No ciclo 2018/2019, as máquinas percorreram 63,218 milhões de hectares no País.

Venda de ações

A rede de hamburgueria paranaense Madero definiu que fará oferta pública de ações na bolsa americana no próximo ano. A previsão é que a listagem aconteça em junho. O sindicato de bancos coordenadores já começou a ser formado e já foram contratados Bank of America e J.P. Morgan. A empresa deve chegar à bolsa avaliada em torno de R$ 8 bilhões.

Crescimento


O grupo Madero anunciou no meio deste ano que fará investimentos de R$ 600 milhões na ampliação da planta da empresa em Ponta Grossa, na Região dos Campos Gerais, local de onde sai quase 100% de tudo o que é servido nos restaurantes da rede em todo o Brasil.

Exportação


Mesmo antes do encerramento da movimentação em 2019, a exportação de milho via Porto de Paranaguá é 503% maior do que a registrada em 2018, e supera também a movimentação nos cinco anos anteriores. De janeiro a novembro deste ano, foram embarcadas 5,49 milhões de toneladas do grão.

Granéis pelo porto

Dos granéis sólidos de exportação, saíram por Paranaguá em torno de 20,8 milhões de toneladas de produtos exportados, de janeiro a novembro de 2019. O volume é 1% maior do que as 20,55 milhões de toneladas em 2018, no mesmo período. Além do milho, entram nesse segmento a soja (10,5 milhões de toneladas exportadas em 2019), o farelo de soja (4,79 milhões de toneladas) e um volume pequeno de trigo (16 mil toneladas).

Mercado de açúcar

Os EUA enfrentam uma "assustadora" crise no mercado de açúcar como resultado do clima instável que danificou as colheitas e obrigará o país a aumentar as importações. Chuvas fortes, neve e frio fora de época afetam as culturas de cana e beterraba nos principais estados produtores neste ano. O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) mais uma vez cortou as estimativas para a produção americana: a previsão é de que a produção total caia 8% em relação à última temporada, para 7,5 milhões de toneladas.

México com problemas

A maior parte do açúcar importado pelos EUA vem do México, que tem prioridade no aumento de compras segundo os termos de um acordo comercial bilateral. O problema é que o México enfrenta seus próprios problemas de colheita, depois que uma seca afetou as plantações. Se os EUA precisarem comprar de outros fornecedores globais, isso pode resultar em preços mais altos.

O 13.º da Coamo

A Coamo Agroindustrial, maior cooperativa da América Latina, com sede em Campo Mourão, e mais de 29 mil produtores rurais associados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul, vai distribuir a seus cooperados nada mais nada menos que R$ 100 milhões referentes às sobras financeiras de 2019.

Exportações de carne

As exportações brasileiras de carnes bovinas devem fechar o ano de 2019 com 1,83 milhão de toneladas embarcadas e receita de US$ 7,5 bilhões. Se esses números se confirmarem, representarão um crescimento de 11,3% e 13,3%, de acordo com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec).

Negócio da China

De acordo com a Abiec, os resultados são reflexo do crescimento da demanda chinesa, que responde por 24,5% do total exportado pelo Brasil. De janeiro a novembro as exportações para esse país totalizaram 410,4 mil toneladas, 39,5% a mais do que o mesmo período do ano passado. O faturamento cresceu 59,7% ao chegar a US$ 2,171 bilhões.

Crescimento para 2020

Para o ano que vem, as estimativas são de que o ritmo de crescimento se mantenha, puxado pela possível habilitação de novas plantas para a China e abertura de novos mercados. A expectativa é a de que haja crescimento de 13%, alcançando 2,067 milhões de toneladas. O faturamento deve ter um crescimento de 15%, com receita de US$ 8,5 bilhões.

JBS e o milho argentino

A JBS está pronta para abrir a janela para as importações brasileiras de milho, já que os altos preços domésticos tornam a oferta externa mais competitiva. A gigante da carne está negociando a importação de 200 mil toneladas de milho da Argentina para chegada nos primeiros meses de 2020. Trazer grãos do País vizinho faz sentido levando em conta que os preços no Brasil subiram entre 25% e 40% nos últimos dois meses.

Da Redação ADI-PR Curitiba
Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em 
www.adipr.com.br  

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