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Meio Ambiente

Bombeiros registram 46 incêndios florestais neste ano no litoral

Número é considerado dentro da normalidade, mas há maneiras de prevenir

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Incêndios florestais são ocorrências tidas como verdadeiras catástrofes ambientais e podem, inclusive, influenciar na diminuição da biodiversidade. No litoral do Paraná, foram registrados 46 incêndios deste tipo desde o início do ano, mas, de acordo com o 8.º Grupamento de Bombeiros, o índice é considerado dentro da normalidade. De qualquer forma, há como prevenir esses sinistros com simples ações.

O período mais crítico no litoral do Paraná são os meses entre julho e janeiro, com picos em agosto e setembro. Segundo a oficial de Comunicação Social do 8.º Grupamento de Bombeiros, Tenente Virgínia Turra, o tempo seco favorece os incêndios ambientais, pois com a vegetação seca, o fogo consegue propagar-se com maior facilidade. Os de maior proporção ocorrem em áreas de florestas, como na Serra do Mar.

Há maneiras de prevenir os incêndios florestais com ações simples. “Não acender fogueiras nas proximidades de áreas de floresta, nem para queimar folhas secas varridas, pois isso, além de perigosos, pode ser enquadrado como crime, segundo a Lei de Crimes Ambientais de 1998”, afirmou a tenente. Soltar balões e descartar bitucas de cigarros no meio ambiente, também são atitudes que podem gerar incêndios.

Os incêndios, geralmente, iniciam-se por conta de atitudes descuidadas envolvendo fogo próximo à vegetação seca, como, por exemplo, fazer fogueiras e queimadas, mesmo que pequenas. Quando os incêndios acontecem, a Polícia Científica investiga as causas através de perícia.

“bambi bucket”

Neste ano, o governo lançou o “Bambi Bucket”, uma espécie de balde que lança água a partir de aeronaves, o que ajuda a controlar incêndios florestais. “Este equipamento é de grande importância, pois ajuda no combate a incêndio em amplas áreas de florestas. Muitas vezes, estes eventos tomam grandes proporções, de forma que a intervenção apenas humana fica muito limitada. Ao podermos lançar mão desta ferramenta, diminuímos sobremaneira o tempo para a extinção do fogo e obtemos maior facilidade de acesso a áreas de mata fechada e de relevo acidentado”, frisou a oficial de Comunicação Social do 8.º Grupamento de Bombeiros, Tenente Virgínia Turra.

 

 

Foto: CBPM/PR

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