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Futuro vice-prefeito relata sua devoção a Nossa Senhora

Arnaldo Maranhão passou a infância no bairro Rocio

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O vice-prefeito eleito, Arnaldo Maranhão, como tantos moradores em Paranaguá, é devoto de Nossa Senhora do Rocio. Sua devoção começou bem cedo, já que toda a sua infância foi vivida no bairro Rocio. Estar presente no Santuário todos os domingos para a missa fazia parte de sua rotina, tradição que ainda é mantida nos dias de hoje nesta e em outras paróquias da cidade.

A infância no bairro é lembrada com saudade. Bem próximo ao Santuário, ficava localizado o açougue do pai Maranhão. A aproximação da festa da padroeira do Paraná era sempre vista como motivo de alegria. “Toda a minha infância foi aqui no Rocio, o bairro ficava muito movimentado. Era a festa das famílias. A minha infância e adolescência aconteceram aqui”, disse.

A Escola Municipal Presidente Costa e Silva é o local onde Arnaldo Maranhão estudou durante muitos anos e onde surgiu também o interesse pela política. “O bairro é muito marcante para mim. Foi nesse colégio que comecei a me destacar como representante de turma, depois presidente do centro cívico, essa questão da liderança, sem dúvida, começou lá. A minha primeira professora, chamada Maria Guilhermina, ainda mora no bairro”, enfatizou.

O padre Thomas Sheehan, que hoje também é o nome da praça situada aos arredores do Santuário, é citado como uma figura importante na igreja. “Nesta época era coroinha, ele ficou conhecido como o padre da balinha, pois andava sempre com bala nos bolsos para dar às crianças”, lembrou.

 

GRAÇA ALCANÇADA

Com a convivência no bairro e participando da festividade todos os anos, Maranhão foi vivenciando a sua fé em Nossa Senhora aos poucos e conta que já recebeu milagres. “Minha mãe passou por uma cirurgia há dois anos e ganhamos um milagre de Deus. A data da cirurgia da minha mãe coincidiu com o primeiro dia da novena de 2014 e não teve prova maior que essa”, relatou.

A devoção por Nossa Senhora do Rocio se faz presente sempre que encontra um obstáculo. “Em todos os momentos de dificuldades temos que recorrer a Deus. Se não tiver fé, a pessoa não vence na vida. O que me marca mais é ver nas novenas e na procissão as pessoas pagando promessas e vindo de todos os cantos do País”, afirmou.

 

TRADIÇÃO

Maranhão acredita que a festa é um resgate da espiritualidade. “A festa popular é o que menos importa, e sim a festa religiosa, os nove dias, as procissões, é referendar a Jesus Cristo através da mãe intercessora, é ter esse contato de agradecimento e de pedir uma ajuda. É um momento de lazer também, mas esse fica em segundo plano”, frisou.

Para manter essa tradição por tantos anos também é preciso que o município trabalhe em conjunto com a igreja. Para Maranhão, é preciso voltar mais os olhos para o potencial que a festa tem para todo o País. “Temos um referencial turístico formidável. Falo do turismo de negócios, do histórico, do rural, do marítimo e do religioso. Temos aqui a padroeira do Estado do Paraná e precisamos divulgar mais, imagina quantos turistas passam pelo Santuário que poderiam movimentar hotéis, pousadas, restaurantes. Qual município não gostaria de ser a casa da padroeira do seu Estado?”, concluiu.

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