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Esportes

Projeto Ágatha/Sespor comemora 10 anos no sábado com a presença da atleta

Comemoração acontece junto com a 3.ª Copa Paranaguá de Vôlei de Praia

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O Projeto Ágatha/Sespor realiza no sábado, 26, o aniversário de 10 anos e existem muitos motivos para comemorar. Ao longo desses anos, muitas crianças passaram pela iniciativa e puderam se dedicar ao vôlei de praia tendo como madrinha a parnanguara e medalhista olímpica, Ágatha Bednarczuk Rippel. E ela estará presente no evento para comemorar junto com os atletas e todos que ajudaram a construir a história do projeto.

No sábado, acontece também a 3.ª Copa Paranaguá de Vôlei de Praia, no Aeroparque, a partir das 8h. Os atletas ainda podem se inscrever na competição nas categorias Sub-15 e Sub-19, no feminino e masculino. A Copa será realizada durante todo o dia e, das 14h às 18h, começam as comemorações de aniversário do projeto. Aqueles que querem competir podem se inscrever diretamente na secretaria do projeto no Aeroparque ou pelo telefone (41) 99227-9122.

O projeto conta todos esses anos com a parceria da Secretaria Municipal de Esporte por meio da Lei de Incentivo e do Sesc. Além de patrocínios de empresas privadas de Paranaguá. Hoje, colaboram com a ação as empresas: Harbor, Mahle, Transcap, BioAventura, Colégio Nova Geração, Fransilva, Coopadubo, Sindicato dos Condutores Autônomos de Paranaguá e Antonina, Coopanexo. Entre os apoiadores estão a Folha do Litoral News, Vó Dita, Gambá do Asfalto, Global informática e Troféus Rizental. O supermercado Bavaresco Palmital também é apoiador do projeto e estará doando o bolo de aniversário e frutas.

“A gente está sempre no centro das atenções, mas só temos o projeto porque existem pessoas investindo. Os gestores da cidade mudam e permanecemos com o suporte do Poder Público porque realmente os administradores enxergam que é um projeto de sucesso que atende desde crianças até adultos. Hoje, somos uma ONG, temos utilidade pública, é tudo bem estruturado e tem o respaldo da sociedade”, explicou o coordenador do projeto, Renan Rippel.

A madrinha do projeto, Ágatha, afirmou que a Copa é um momento importante para as crianças e adolescentes que treinam no projeto.

“A gente sabe que para os atletas é muito importante ter a competição. Só treinar não cria aquele estímulo da competição. Quando se tem o gostinho da vitória e não se ganha sabe que precisa melhorar e volta e treina. Isso é muito bom, ter a Copa e fazer com que ela se torne uma sequência. As outras edições foram um sucesso e queremos que ela esteja no nosso calendário como algo fixo do projeto”, frisou a atleta.

Nas outras edições da Copa, Ágatha não pôde estar presente e, por isso, desta vez, irá aproveitar a oportunidade para estar mais perto dos integrantes do projeto e incentivá-los. “A expectativa para este ano é estar realmente com eles, vê-los jogar, o nível que estão, os times que vão vir de outras cidades e ver como os nossos alunos estão participando. É um momento que a madrinha pode estar perto, dar dicas, eles me têm como um ídolo, mas muito próxima, não é aquela coisa inalcançável, estou do lado deles”, observou.

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MUITO A COMEMORAR

Hoje, o Projeto Ágatha/Sespor atende de 200 a 300 crianças em espaço dedicado no Aeroparque, com crianças, adolescentes e adultos a partir de sete anos competindo no vôlei de praia. Além disso, ainda há treinos funcionais que integram a comunidade parnanguara.

Dez anos depois, a idealizadora da iniciativa lembrou como foi implantar o projeto na cidade e as conquistas alcançadas até agora.

“Já comecei com o projeto sonhando alto e o sonho se tornou realidade. Ele já começou como um projeto com força na cidade. Começamos na Rua da Praia e tivemos que sair por causa da construção do Aquário, mas o que no primeiro momento foi um pouco chato se tornou uma oportunidade. Porque fomos para um local onde as pessoas praticam esporte, que é o Aeroparque, e conseguimos atender um número maior de crianças, porque ficou algo centralizado, as crianças conseguem ir de bicicleta. Sabemos que existem crianças com condições e sabemos que há outras com nem tanta condição e essas, muitas vezes, não têm dinheiro para pagar o ônibus. Por isso, conseguimos atingir mais crianças devido à localização”, destacou.

Ágatha revelou que a partir de 2020 se dedicará ainda mais ao projeto que leva seu nome.

“Eu imagino que, como atleta, estarei jogando até 2020. Depois disso penso que estarei mais pertinho do projeto, porque essa distância que eu tenho impossibilita que o projeto cresça mais. Pensamos em expandir para outros bairros da cidade, mas para isso vamos precisar de espaço e de apoio”, explicou.

O tradicional bolo não vai faltar para celebrar a data tão importante.

“Faço questão de cortar e entregar para cada pessoa, adoro esse momento porque me aproximo da galera, fico tanto tempo longe deles e, por isso, é muito gostoso. O evento é aberto para toda a cidade, quem estiver no Aeroparque e quiser passar uma tarde conosco está convidado”, disse Ágatha, estendendo o convite a toda a população. O evento ainda terá brinquedos eatividades recreativas para divertir os convidados.

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