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Religiosidade

Tradução do Missal Romano foi tema de entrevista com Dom Edmar, bispo de Paranaguá

Dom Edmar Peron, da Diocese de Paranaguá, atendeu a imprensa na coletiva, para falar e esclarecer pontos sobre como foi concluída a tradução do latim para o português da 3.ª edição do Missal Romano

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Na quarta-feira, 26, durante a 59.ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil, Dom Edmar Peron, da Diocese de Paranaguá/PR, atendeu a imprensa na coletiva, para falar e esclarecer pontos sobre como foi concluída a tradução do latim para o português da 3.ª edição do Missal Romano.

Na entrevista onl-ine, Dom Edmar, como presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, falou sobre o trabalho da Comissão para a Tradução dos Textos Litúrgicos (Cetel) na versão em Português do Missal, “livro que garante a unidade entre o que a Igreja celebra e crê”, disse o bispo.

“O missal é o livro que, favorecendo a boa celebração, também favorece a participação ativa, consciente e frutuosa das pessoas”, disse dom Edmar aos jornalistas.

Ele explicou que nesta etapa, os bispos estão sendo consultados sobre as Orações Eucarísticas e, em agosto, na etapa presencial, será realizada a votação para a aprovação e depois todo material é enviado para Roma para ser confirmado.

“O que está escrito precisa ser acolhido. A grande mudança nesta terceira edição é a linguagem, que é mais atual. Nós estamos todos ansiosos para que este processo seja o mais rápido possível. Eu ficaria contente se para o Tríduo Pascal do próximo ano nós tivéssemos o Missal em sua terceira edição”, projetou

A 59.ª Assembleia Geral

O tema da assembleia geral deste ano é o mesmo proposto pelo Papa Francisco para o Sínodo dos Bispos 2023: “Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão”

No 1.º dia da assembleia, o presidente da CNBB Sul 2 – Paraná, Dom Geremias, arcebispo de Londrina, apresentou a Cartilha de Orientação Política 2022 produzida pelo regional.  O material reflete o tema “a política melhor” e Dom Geremias ressaltou que a fé e a política não estão em lados opostos, mas que, para ele, é preciso olhar esta relação a partir da educação e perceber que é possível viver a fé na política. Ele concluiu com o alerta: “Temos o direito e o dever de acompanhar e cobrar aqueles que foram eleitos. Todos são corresponsáveis pelo Brasil”.

Em 2022, a 59.ª Assembleia Geral da CNBB acontece em 2 etapas, a on-line, que começou no dia 25 e segue até o dia 29 de abril – e depois haverá uma 2.ª etapa, presencial, em Aparecida/SP, entre os dias 29 de agosto e 2 de setembro.

A parte da assembleia geral dos bispos, no Santuário Nacional de Aparecida, marcará o reencontro dos quase 400 bispos de todo o país, depois de três anos. Foi em 2019 a última assembleia presencial. Na ocasião, serão priorizados os assuntos que exigem presencialidade para votação, como a aprovação da terceira edição do Missal – na qual está trabalhando dom Edmar e sua equipe –  e também do novo Estatuto da CNBB.

Com informações da Pascom da Diocese de Paranaguá e https://cnbbs2.org.br