Em tempos de incertezas e disputas acirradas, a política exige mais do que posicionamentos individuais, exige grandeza. E é justamente neste ponto que a construção de uma candidatura sólida passa, inevitavelmente, pela convergência de lideranças experientes como Alexandre Curi, Rafael Greca e Guto Silva.
Não se trata apenas de nomes, mas de trajetórias que carregam resultados, capacidade de gestão e, sobretudo, compromisso com o Paraná. Quando lideranças desse porte encontram pontos de equilíbrio, o que se desenha não é apenas uma candidatura é um projeto de Estado.
A unidade, neste cenário, deixa de ser uma opção e passa a ser uma responsabilidade. Dividir forças é, muitas vezes, enfraquecer propósitos. Unir experiências, ao contrário, é potencializar soluções. A política que o cidadão espera não é a do conflito estéril, mas a da construção inteligente, onde o diálogo supera vaidades e o interesse coletivo.
É preciso compreender que o momento não comporta dispersões. O Paraná, competitivo por natureza, precisa manter seu ritmo de inovação e equilíbrio fiscal. E isso só será possível com uma liderança que represente a síntese, não a fragmentação.
Entre diferentes estilos, há um ponto comum: todos conhecem o Estado, entendem suas demandas e possuem capacidade de articulação. Quando essas virtudes caminham juntas, criam-se as condições ideais para um projeto político consistente e vencedor.
Como já ensinava a boa política que não vence quem fala mais alto, mas quem constrói pontes mais firmes.
O desafio está posto. E a resposta, cada vez mais clara, aponta para a unidade como caminho inevitável. Porque, no fim, não se trata de quem será o candidato, mas do Paraná que se quer construir.
Enquanto isso, o Paraná aguarda o gesto decisivo de Ratinho Junior porque é na definição da composição política que se traça, com firmeza, o rumo do PSD.





