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Polícia

Polícia Ambiental encontra fábrica clandestina de Palmito na região de Antonina

A fábrica clandestina de palmito estava instalada na localidade conhecida como de Cachoeira de Baixo, zona rural de Antonina

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*Matéria atualizada às 21h30 de sexta-feira, 20

Uma informação anônima repassada para o 181, Disque Denúncia da Secretaria Estadual da Segurança Pública, levou equipes do Serviço de Inteligência e da ROTAM – Rondas Ostensivas Tático Móvel, do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde, até uma fábrica clandestina de palmito instalada na localidade de Cachoeira de Baixo, zona rural de Antonina.

A denúncia indicava também que os indivíduos que estavam extraindo o palmito e realizando a sua industrialização clandestina eram foragidos da Justiça.

Uma informação anônima repassada para o Serviço de Inteligência do Batalhão de Polícia Ambiental – Força Verde resultou na apreensão de aproximadamente 3 toneladas de palmito juçara

Após o monitoramento do local e a constatação dos fatos, as equipes planejaram uma ação de abordagem deflagrada na quinta-feira, 19.

Na área onde a fábrica clandestina estava instalada os policiais encontraram cerca de 3 toneladas de palmito Jussara in natura e envasado. A espécie, ameaçada de extinção, não pode ser comercializada ou extraída sem autorização dos órgãos ambientais.

Também foram apreendidos no local produtos químicos utilizados na fabricação de conserva. O material usado na industrialização clandestina do palmito não seguia o critério de higiene exigido pelas autoridades sanitárias. 

Além do palmito e dos produtos químicos também foram apreendidas duas espingardas calibre .32. Sete gaiolas com pássaros silvestres foram recolhidas pelos policiais

Dois homens, um deles com mandado de prisão em aberto pelo crime de roubo agravado, foram presos durante a abordagem e encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Antonina.

Além do palmito e dos produtos químicos, também foram apreendidas duas espingardas calibre .32. Sete gaiolas com pássaros silvestres foram recolhidas no local.

Todo o material foi levado para a sede do Batalhão de Polícia Ambiental, em São José dos Pinhais. Os autos de infração chegam a R$ 1 milhão.

O Instituto Água e Terra (IAT) dará sequência aos procedimentos administrativos.

DENÚNCIA

O Batalhão de Polícia Ambiental realiza ações em todo o Estado com o intuito de coibir crimes ambientais. A corporação reforça a importância da participação da população com informações e denúncias repassadas pelo 181. 

As operações e ações de fiscalização ocorrem na mata e nos rios e visam erradicar a caça e a extração de vegetação nativa.

Com informações da Comunicação Social do BPAmb/FV.