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Eleições 2022

Confira as novidades nos acordos de parceria do TSE com as plataformas digitais

Documentos foram assinados com Twitter, TikTok, Facebook, Kwai, WhatsApp e Google

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Nas últimas eleições, em 2020, a parceria entre TSE e WhatsApp permitiu que os eleitores pudessem tirar dúvidas por meio do assistente virtual

A parceria entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e as principais plataformas digitais, integra as ações do Programa de Enfrentamento à Desinformação, com foco nas Eleições 2022. Veja as novidades a serem implementadas conforme os documentos assinados por representantes do Twitter, do TikTok, do Facebook, do Kwai, do WhatsApp e do Google, nesta nova fase:

Facebook e Instagram

Conforme o acordo com o Facebook, que também representa o Instagram, os usuários brasileiros passarão a ver um Rótulo Eleitoral (Election Label) nas duas redes sociais em postagens com conteúdo relativo às Eleições 2022. Ao clicarem nele, serão direcionados a informações oficiais sobre o processo eleitoral.

A ferramenta foi produzida pela Meta Platforms e, antes da implementação (em novembro de 2021), o acesso ao site da Justiça Eleitoral, via Facebook e Instagram, representava cerca de 1% dos acessos. Desde janeiro deste ano, o acesso já representa cerca de 22%. Um aumento de cerca de 250 mil acessos. O Facebook vai disponibilizar novamente o recurso “megafone” para que o TSE possa divulgar mensagens relevantes acerca da organização das eleições no feed de notícias dos brasileiros, nos dias de votação. No Instagram, serão incluídos stickers sobre as eleições, produzidos em conjunto com o TSE.

Plataformas digitais assinaram documento para ajudar no combate à desinformação durante as eleições desse ano

WhatsApp

Além de stickers sobre as eleições, a plataforma está desenvolvendo um novo chatbot para que os eleitores interajam com o TSE por meio de mensagens. Neste ano, o objetivo é aumentar o número de usuários cadastrados (opt-in) para receber mensagens proativas, bem como aumentar o número de serviços disponíveis e aprimorar a navegabilidade do bot.

Nas últimas eleições, em 2020, a parceria entre TSE e WhatsApp permitiu que os eleitores pudessem tirar dúvidas por meio do assistente virtual que, entre outras funções, oferecia um serviço voltado exclusivamente ao esclarecimento de notícias falsas envolvendo o processo eleitoral brasileiro: o “Fato ou Boato?”. Ao selecionar o tópico, o usuário passa a acessar alguns conteúdos desmentidos por agências de checagem de fatos, desmistificando os principais boatos sobre a urna eletrônica.

Twitter

O Twitter disponibilizará avisos de busca (search prompts) para auxiliar os cidadãos que procuram informações relacionadas ao processo eleitoral no Twitter a encontrar dados relevantes, confiáveis e oficiais. Os avisos de busca permitirão que o usuário visualize uma mensagem e seja direcionado para página, recursos ou perfil do TSE.

O Twitter disponibilizará os avisos de busca no topo dos resultados de busca relacionados às eleições.

Google e YouTube

A principal novidade no Google, que também representa o YouTube, é a publicação de um Doodle relativo às Eleições 2022, em formato a ser definido internamente pelo Google. Trata-se de um “desenho temático” da página inicial de busca do Google.

TikTok

No TikTok, a inovação deste ano é o auxílio na divulgação de conteúdos de serviços ao eleitor produzidos pela conta oficial do TSE. Outra novidade é a sinalização de conteúdos eleitorais. A plataforma disponibilizará uma espécie de “etiqueta” que, aplicada sobre conteúdo relativo às Eleições 2022, direcionará os usuários a informações oficiais sobre o processo eleitoral.

Kwai

A mais nova rede social parceira do TSE, o Kwai, contará com a Página de Informações Eleições 2022. Lá, serão centralizadas informações educativas e confiáveis sobre o processo eleitoral, com o intuito de gerar informações de qualidade e que orientem os usuários da plataforma.

O Kwai também dará apoio à transmissão ao vivo de eventos realizados pelo TSE e auxiliará na divulgação de conteúdos de serviço ao eleitor produzidos pelo Tribunal.

Fonte: TSE