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Educação

Escola em Matinhos é classificada para a fase estadual da Olimpíada de Língua Portuguesa

Unidade concorre pelos gêneros crônica e memórias literárias

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A Escola Estadual Cívico-Militar Professora Abigail dos Santos Corrêa, em Matinhos, está entre as cinquenta da rede pública selecionadas para a Olimpíada de Língua Portuguesa. A competição entrou na fase estadual e a comissão julgadora escolherá, até o dia 1.º de outubro, um representante de cada gênero textual para representar o Paraná.

Os gêneros propostos foram poema, memórias literárias, crônicas, documentário e artigo de opinião, tendo como tema “O lugar onde vivo”, para resgatar histórias, estreitar vínculos com a comunidade e aprofundar o conhecimento sobre a realidade local e desenvolvimento da cidadania.

A Escola Abigail foi selecionada nos gêneros crônica e memórias literárias. No litoral, além da escola estadual mencionada, também foi classificada, na rede municipal, a escola Wallace Thadeu de Mello e Silva, na categoria poemas. Guaratuba teve duas escolas selecionadas, a escola estadual localizada na área rural de Cubatão, no gênero crônica; e a Escola Municipal Máximo Jamur, na categoria poemas.

Na fase estadual, 42 relatos de prática de cada gênero serão selecionados e vão avançar para a semifinal, sendo um de cada estado e mais três por região.

Incentivo

O diretor geral da Escola Abigail, Kayan Gusmão, incentivou toda a equipe para participar da Olimpíada. “Desde o começo da ideia da Olimpíada mobilizei nossos professores para que participassem, em especial a professora Gisele Paiva Lima, que coordenou o projeto com os alunos. Estamos com um novo modelo de escola, com uma nova gestão e gosto muito dessas ações externas. Inscrevemos a escola e trabalhamos as produções textuais, depois selecionamos os melhores textos dentro da escola”, relatou Kayan.

Segundo ele, muitas das redações foram produzidas pela plataforma do governo, a Redação Paraná, disponibilizada às escolas públicas.

“A plataforma conta com inteligência artificial e também com professores para fazer as correções. Os professores também fizeram um trabalho intenso em sala de aula na discussão dos gêneros e na reescrita dos textos até chegar a seleção”, disse Kayan.

O diferencial da escola, de acordo com o diretor, para ser selecionada, foi a somatória de esforços realizados neste ano com a equipe pedagógica e com as famílias dos estudantes. “O diferencial acredito que foi toda a construção de um processo de enfatizar o pedagógico, oportunizar aos alunos um ensino de excelência, para que eles se vejam como participantes da escola, como construtores do seu conhecimento. Estamos em uma gestão, desde janeiro, que tem focado muito nisso e a organização dos alunos reflete muito nesses resultados”, afirmou Kayan.

Mesmo no período de aulas remotas, a escola alcançou um bom índice de participação dos alunos. “Os pais têm interagido com a escola, toda a família tem se engajado, temos tido um retorno muito bom da comunidade como um todo. Há um trabalho incansável da equipe, temos tido bons resultados em diversas frentes e a Olimpíada é uma delas. Estamos felizes com o resultado e queremos que o nome da escola seja sempre divulgado por coisas boas, por boas práticas”, destacou o diretor.

O aluno Cauã Poncio Linhares, do 7.º ano, ficou em primeiro lugar na turma da tarde e recebeu uma premiação da escola pela professora Gisele Paiva Lima e do diretor Kayan Gusmão. (Foto: Divulgação Escola Professora Abigail)

7.ª edição

Nesta 7ª edição, o concurso premia os melhores relatos de práticas feitos pelos docentes a partir do trabalho desenvolvido por todos os alunos de forma coletiva. O objetivo é valorizar o papel protagonista do professor e seu trabalho com toda a turma, mostrando reflexões sobre o processo de ensino e aprendizagem vivenciado de maneira colaborativa e acompanhando os desafios, estratégias, discussões, soluções e conquistas dos alunos, por meio de fotos, vídeos e das produções textuais.

A realização desta última edição da OLP tornou-se um grande desafio, com a rápida adaptação para o ensino remoto/híbrido, os impactos no aspecto emocional de estudantes, professores (as) e familiares, reinvenção de suas práticas e a busca por novas maneiras de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita. O concurso é realizado pelo Itaú Social em parceria com o MEC (Ministério da Educação), sob a coordenação técnica do Cenpec (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária) e apoio da Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), do Consed (Conselho Nacional de Secretários de Educação), da Fundação Roberto Marinho e do Canal Futura.

Com informações da AEN

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