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Economia

Porto de Paranaguá não tem previsão de retorno das atividades

522 mil toneladas de produtos deixaram de ser movimentadas

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A Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA) divulgou os dados com relação aos impactos causados na atividade nos últimos dias devido à paralisação dos caminhoneiros, que já completa 10 dias. Segundo a APPA, ainda não há previsão do retorno total das atividades e o Pátio de Triagem, onde ficam os caminhões, permanece vazio.

O balanço até agora é que, desde o início da paralisação, deixaram de ser movimentadas no Porto de Paranaguá 522 mil toneladas de produtos. Diversos setores da cadeia portuária estão sendo impactados. Na tarde de terça-feira, trinta e nove navios aguardavam na baía de Paranaguá para descarregar ou carregar cargas no Porto. Outros 12 navios estavam atracados, sendo que cinco estão operando normalmente com granéis líquidos, açúcar e cargas gerais.

FERROVIAS

Já o abastecimento do Porto via ferrovias não sofreu alteração. Ao todo 30% dos produtos chegam pelas ferrovias e já desembarcaram 210 mil toneladas desde o dia 21 de maio. A média de vagões que chega a Paranaguá é de 500 ao dia.

CAMINHÕES

Desde o início da paralisação, deixaram de descarregar no Porto de Paranaguá, 16.400 caminhões.

EXPORTAÇÃO

O Corredor de Exportação dos Portos do Paraná deixou de embarcar cinco navios de farelo de soja e um de soja, totalizando 200 mil toneladas, aproximadamente.

CARGA GERAL

No segmento de carga geral (açúcar ensacado, celulose e cargas rodantes, por exemplo), três navios tiveram impactos nos seus embarques, totalizando, em média, 57 mil toneladas de mercadorias.

IMPORTAÇÃO

Na movimentação de fertilizantes e cereais, deixaram de ser descarregadas 20 mil toneladas/dia, ou seja, 160 mil toneladas, até o momento. No Terminal de Contêineres de Paranaguá – TCP – houve uma redução na logística de operação de 17,3% e existem contêineres chegando via ferrovia.

GRANÉIS LÍQUIDOS

Este segmento, que no início da paralisação não sofreu impactos significativos, agora já contabiliza 280 mil toneladas de líquidos, aproximadamente que deixaram de ser operadas pelos navios. Os Rebocadores tiveram uma redução de 40% em suas manobras com navios, considerando suas médias.

Com informações da Assessoria de Comunicação da APPA
 

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