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Valmir Gomes

Somos todos irmãos

Gente, nós todos estamos no mesmo barco.

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Gente, nós todos estamos no mesmo barco. O Coronavírus igualou o ser humano, seria o mesmo que dizer que todo jogador é perna de pau ou craque, como queiram. Já li muito sobre o comportamento humano, por mais que muita gente diga que somos irmãos, na realidade não é bem assim. Vejam no futebol brasileiro, os considerados craques têm um tratamento diferenciado, quer queira ou não. Começa pelo salário, ganham bem, a maioria não se dá conta do valor, acima dos sonhos juvenis. No clube, os chamados cobras são paparicados por dirigentes. Os técnicos o respeitam, por vezes fecham olhos e ouvidos, para evitar problemas. A maioria sem a devida instrução, se deixa levar pelos oportunistas de plantão. Acabam vivendo no mundo da fantasia. Vide o caso do Ronaldinho Gaúcho. Alguns poucos, com melhor instrução e inteligência, levam uma vida regrada e segura, são as exceções do mundo da bola. Quem sabe o Coronavírus com suas consequências trágicas nos ensine muita coisa, como, por exemplo, tratar com igualdade o seu companheiro no clube no trabalho ou na vida, afinal somos todos irmãos.

A LENDA DO BASQUETE

Os Estados Unidos por muitos anos tiveram um time de basquete sensacional, Harlem Globetroters. Eles percorriam o mundo dando espetáculo, um dia na minha juventude assisti a eles em Porto Alegre. Fantásticos. Pois bem o cobra dos cobras era o Fred Neal, alegre, divertido, fazia o público rir e delirar com suas jogadas. Fred dia destes teve um AVC e veio a falecer. O basquete mundial está de luto, o mágico da bola ao cesto, foi jogar no céu. Ave, Fred.

A FALA DO ALEMÃO

O senhor Uli Honese, ex-presidente do Bayern de Munique, um dos maiores clube de futebol do planeta, deu uma entrevista interessante dia desses. “Depois do Coronavírus, haverá um novo mundo do futebol. Todos se adequarão ao momento, vamos viver uma nova realidade. As transferências de atletas, de clube para clube, vão diminuir de intensidade e valor”.  Acrescento eu, esta transformação será mundial, em todos os esportes, e deverá atingir seus profissionais. A fala do alemão é um alerta.

WILSON MENTA

Caros leitores, dia desses o CAP completou 96 anos, pelo momento que vivemos não teve festa, apenas lembranças. Lembro com carinho do Wilson Menta, diretor do departamento amador do então Atlético sem h no nome. Seu Wilson, como era conhecido, por muitos anos carregou os infantis, juvenis e Juniores do Atlético nas costas. Morreu cedo, porém deixou uma história de amor e trabalho ao clube inesquecível. Um herói quase anônimo. Ave, Wilson Menta.

A OBRA DO STALIN GREGO VENET

Um dia por acaso num jogo dos juniores do Rio Branco contra o Coritiba no Estádio Couto Pereira, conheci Stalin Grego Venet, um escritor e torcedor do Rio Branco. Na ocasião me presenteou com o livro A SAGA DO LEÃO DA ESTRADINHA, que já li e reli muitas vezes, dando subsídios para esta coluna em muitas ocasiões. Telho Venet, agradeço a amizade e a obra, você me ajuda a contar histórias do nosso querido Rio Branco. Saúde e vida longa, meu brother.

GAMARRA

É difícil ficar enclausurado na própria casa, requer paciência, amor, serenidade, criatividade.  Imagino o Ronaldinho Gaúcho no Paraguai, é como ser marcado pelo extraordinário zagueiro Gamarra.