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Valmir Gomes

SELEÇÃO

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Nossa turma jogou sua última partida antes da Copa do Mundo, foi em Paris um charme de cidade, contra a Tunísia, um quase desconhecido país se falando em futebol. Vitória tranquila de goleada 5×1, com direito a gol de Pedro. Fora os atos hostis de alguns nas arquibancadas, nada de novo no campo. Agora é aguardar o início do mundial, que será realizado no Catar Península Arábica entre 20 novembro e 18 de dezembro deste ano. Por razões climáticas e financeiras é este o calendário do futebol em 2022. Não percam tempo procurando causas e efeitos, na FIFA é assim que a banda toca. Futebol é grande negócio internacional, estamos conversados. Boa sorte seleção brasileira.

DERROTA DO CAP

O jogo era uma espécie de oportunidade para uma recuperação, os comandados de Luís Felipe Scolari vinham de um empate em casa, jogando abaixo do normal. A Vila Belmiro de tantas histórias era o palco, os atletas rubro-negros precisavam de um bom resultado. O jogo foi parelho na dedicação dos atletas, porém os santistas tiveram mais capacidade de decisão. No popular o CAP foi mais determinado, que contra o Cuiabá, porém sem brilho ofensivo. Dou exemplo, o experiente Fernandinho jogou muito, Terans o jovem uruguaio de boa qualidade individual, ficou devendo. A fala forte do Felipão na entrevista final, foi um aviso ao grupo. Foco no brasileiro e na profissão, esqueçam o resto. Palavras de campeão.

O TEMPO

Gente, moro em Curitiba desde 1962, quando aqui cheguei a cidade era pequena e fria, além de muito chuvosa. Quase sempre nublada. O povo por causa da temperatura, vivia em casa, se agasalhando o máximo possível. Isto fazia de Curitiba uma cidade cinzenta muito triste. Até que como escreveu o craque das letras Dante Mendonça em A rua e a Bruma A Régua e o Compasso, houve a revolução urbana de Curitiba. O tempo mudou o clima mudou. As obras e o progresso esquentaram nossa cidade. Viramos uma cidade moderna exemplar, o clima por causa das inúmeras construções, aqueceram nossos dias. Tinha esquecido da gelada Curitiba.

ELEIÇÃO

Estamos próximos de escolher o presidente da república, Senadores, Deputados, pessoas que vão comandar o Brasil nos próximos 4 anos. Nunca antes vi o país tão dividido, este fato preocupa muita gente. Às vezes fico surpreso com tantas estórias nas redes sociais entre familiares e amigos. Gente tem um velho ditado popular que cabe neste momento, não percam amizades por causa de futebol de religião ou política. Bom censo, vale mais o abraço fraterno de um parente ou amigo, que uma discussão por causa de votos. Eles os candidatos, principalmente os majoritários, merecem respeito e ponto final. Nossa vida merece saúde paz trabalho e liberdade, inclusive liberdade de expressão. Sorte, Brasil.

RIO BRANCO

Falar em eleições e o nosso Rio Branco, como andam as coisas pelos lados do Leão da Estradinha. Estou buscando informações, porém, as fontes não têm novidades. Quem sabe depois das eleições brasileira, teremos notícias do Leão, tomara boas notícias.

POUCO E FELIZ

Gente, ando com saudades das conversas de boteco, não dos bares sofisticados, dos botecos de bairros, das caipiras e bolinhos de carne, feitos com carinho, de chamar o dono pelo nome. De discutir a cidade e o time em tom amigável. Maldita pandemia me afastou dos amigos do trago, me enclausurou no meu canto, quer me fazer um velho solitário, coisa que nunca fui. Volta, trabalho normal sol e amigos. Energia para contar histórias e escrever de futebol e da vida. Pouco me faz feliz.

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