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Valmir Gomes

A VOLTA DO FUTEBOL

Muito se fala na capital do Estado, que teremos bola rolando mais breve do que se imagina.

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Muito se fala na capital do Estado, que teremos bola rolando mais breve do que se imagina. O presidente da Federação Paranaense de Futebol senhor Hélio Curi, anda fazendo contatos com os poderes constituintes. Falam a respeito do retorno do futebol, afinal existem interesses neste jogo. A preocupação com a saúde está diminuído, em favor da preocupação com a parte financeira. Voltar a jogar para voltar a faturar. Na verdade estamos numa encruzilhada, um caminho nos leva ter segurança com a saúde, outro nos leva a insegurança financeira. O mestre Buda nos ensinou que a virtude está no meio termo. Ninguém pode jogar bola oficialmente, sem consentimento das autoridades da saúde. Reforço minha opinião pessoal, acho cedo para o retorno do futebol. Como diria o saudoso Boluca, colunista da Tribuna do Paraná.” Quem viver verá”

A FALA DO PETRAGLIA

Quando lhe interessa, o presidente do CAP resolve dar entrevista. Dia destes ele falou com o grupo da Gazeta do Povo e Tribuna do Paraná. Foi objetivo como sempre, falou pouco e disse muito.” O CAP tem 14 casos positivos de Covid 19, sendo 6 casos nesta semana, precisamos concluir o Paranaense por motivos comerciais.”  Segue, “Estamos com buracos enormes no caixa, a imprensa precisa ajudar, para que volte o futebol sem riscos.” Resumindo foi o que disse Petraglia. Agora digo eu, se o Atlhetico tem buracos no caixa, imaginem o querido Rio Branco que apenas disputa o campeonato Estadual. Quanto à imprensa ajudar na volta do futebol, rebato. Não é papel da imprensa designar a data do retorno do futebol. Não somos médicos, não atuamos na área da saúde, não temos competência para tal. É bom esclarecer que já passamos dos 60 mil mortos no Brasil, além disto a Covid 19 deixa graves sequelas em muitos que sobrevivem. Pensem nisto.

O PODER PÚBLICO E OS HERÓIS

Ficamos chocados com tantos problemas causados pela Covid 19, tem gente que está com dificuldades de raciocínio, às vezes quer agir, tomar uma atitude e não consegue. Imaginem nesta época de pandemia, como aumentaram as cobranças em cima do governador e dos prefeitos. Outro dia assisti uma entrevista do nosso governador Ratinho Júnior, estava com fisionomia cansada, abatido, porém com esperança em dias melhores. O mesmo está ocorrendo com os prefeitos do nosso litoral, imaginem quantas dificuldades, quantas determinações. Tudo isto em cima de um problema novo e mortal. Daqui minha solidariedade ao Governador e Prefeitos , minha gratidão ao pessoal da Saúde Pública e privada. Nossos heróis eternos.

FATOS

– Enquanto escrevo esta coluna recebi uma boa notícia, o padre Celso titular da Igreja do Perpétuo Socorro de Curitiba, está se recuperando da Covid 19. Continua hospitalizado, porém apresenta melhoras.

– Muitas empresas multinacionais, estão boicotando publicidades no Facebook por causa do discurso do ódio e Fake News. Jornal, Rádio  e TV voltarão ter a preferência das gigantes do mercado brasileiro.

AFETO HUMANO

Como estamos isolados de tudo e de todos, começam a surgir casos de doenças por falta de contato pessoal. A visita aos parentes próximos, avós, pais, tios e tias, ficou escassa, até por medida de segurança. Às vezes nem um telefonema, isto deixa os mais velhos acabrunhados. Por favor não esqueçam dos parentes idosos e velhos amigos. Afinal, o afeto humano é um remédio para a alma. Verdade, aprendi lendo o editorial da nossa Folha do Litoral.