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Pensar Verde

O que fazer com pilhas, lâmpadas e baterias?

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A preocupação com os resíduos sólidos faz-se presente quando falamos de resíduos tóxicos. Estes são aqueles que possuem algum grau de toxicidade oferecendo risco ao meio ambiente e à saúde. Eles são os resíduos descartáveis que contêm compostos químicos e podem ser gerados de diversas maneiras, possuindo componentes que podem contaminar o solo, a água e o ar, gerando algum dano ao organismo. 

Pode parecer simples, mas saber o que fazer com pilhas, lâmpadas e baterias usadas contribui para o meio ambiente da mesma maneira que separar os resíduos entre orgânicos e recicláveis em nossas casas. Esta ação faz parte do que chamamos de Logística Reversa, termo que surgiu nos anos 90 em meio à preocupação das empresas sobre o descarte correto dos produtos. Ela foi legalmente instituída no Brasil pela Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), Lei n° 12.305/10, que dispõe princípios, objetivos e instrumentos relacionados com o manejo de resíduos sólidos, bem como as diretrizes relativas à gestão integrada e ao gerenciamento desse material, entre outros aspectos.

A PNRS impõe a fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes de determinados produtos a obrigação de estruturar e implementar sistemas de logística reversa com a definição dos acordos setoriais, que são atos de natureza contratual, firmados entre o poder público e os fabricantes, visando a implantação da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos. Nós consumidores devemos fazer a devolução dos produtos em locais específicos determinados pelos comerciantes ou distribuidores. Eles encaminharão os resíduos para os fabricantes ou importadores para que estes façam uma disposição de acordo com a lei. Vários destes pontos estão distribuídos pelas cidades em lugares como lojas de eletroeletrônicos, materiais de construção e supermercados. Encontre um ponto de descarte em seu município e faça a sua parte dentro da lei e pela preservação ambiental.

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