A chegada do outono marca uma mudança gradual nas condições do tempo em todo o Estado. A nova estação terá início às 11h46 desta sexta-feira, 20, e, de acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a transição será marcada por aumento da instabilidade e previsão de chuva em diversas regiões, incluindo o litoral do Paraná.
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A última semana do verão segue com características típicas da estação: calor e pancadas de chuva irregulares. No entanto, a partir da metade da semana, a passagem de uma frente fria deve provocar volumes mais significativos de precipitação.
Segundo o meteorologista Lizandro Jacóbsen, um sistema de baixa pressão que atua sobre o Paraguai já influencia o tempo no Estado, especialmente nas regiões Oeste e Sudoeste. “Cidades próximas às áreas de fronteira podem registrar pancadas de chuva, enquanto nas demais regiões predomina o sol”, explica. No Litoral, a previsão é de nebulosidade variável ao longo dos dias.
“A combinação do sistema frontal com o calor favorece a ocorrência de tempestades, que começam pelo Oeste e Sudoeste e avançam ao longo do dia para o Centro, Norte, Campos Gerais, Região Metropolitana de Curitiba e Litoral”, detalha o meteorologista.
Na quinta-feira, 19, último dia do verão, as instabilidades persistem, com maior concentração de chuvas entre o Leste e o Norte do Paraná. A partir de sexta-feira, 20, com o início do outono, há previsão de leve queda nas temperaturas em regiões como Curitiba, Campos Gerais e Centro-Sul. No restante do Estado, o calor ainda deve predominar.
LITORAL DO PARANÁ
Para o litoral, a tendência é de aumento gradual da nebulosidade e da umidade ao longo da semana, com pancadas de chuva mais frequentes a partir da chegada da frente fria. O cenário indica dias abafados, intercalados com períodos de instabilidade, especialmente entre quarta e quinta-feira.
ALÍVIO PARA A ESTIAGEM
A previsão de chuva também traz expectativa de alívio para áreas que enfrentam um período prolongado de estiagem. Diversas cidades paranaenses registraram baixos volumes de precipitação nos primeiros dias de março, com acumulados inferiores a 20 milímetros.
A situação é mais crítica nas regiões Oeste, Norte e Noroeste, onde alguns municípios não registram chuvas significativas há semanas. Com a mudança no padrão atmosférico, a expectativa é de que os volumes previstos contribuam para amenizar esse cenário.
Com informações do Simepar





