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Meio Ambiente

Copel apresenta alternativas para fornecimento de energia em Superagui

Autoridades da Copel mostraram vários meios viáveis para implantar o beneficio

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Instalação elétrica na região esbarra em questões ambientais

Na manhã de sexta-feira, 14, aconteceu uma reunião na sede da Companhia Paranaense de Energia Elétrica (COPEL), em Paranaguá, envolvendo pescadores das comunidades marítimas de Superagui e autoridades ambientais. O encontro foi marcado pela apresentação de alternativas para implantar a energia elétrica na região com o mínimo de impacto ambiental.

Para isso, foram ouvidas as opiniões de vários moradores que atuam na pesca artesanal, os quais enfatizaram que a luta é antiga pelo fato de esbarrar em questões ambientais. A reunião foi aberta por Jonel Iurk, presidente da Copel, o qual explanou sobre os esforços que estão sendo empreendidos para solucionar a questão. “Levar a energia elétrica para todas as ilhas é um compromisso nosso, mas sabemos que não depende unicamente de nossos esforços e sim de uma soma de fatores, por isso hoje estamos aqui para apresentar as alternativas mais viáveis possíveis”, destacou.

As três alternativas foram apresentadas por Francis de Alencar Prado, superintendente de Engenharia de Expansão. No total, são 8 comunidades e 144 ligações, sendo que no momento o processo já passou por várias etapas, dentre as quais a visita técnica feita pela Copel,  cadastramento das ligações junto às famílias, elaboração do projeto básico (concluído em agosto) e está em andamento a elaboração do plano de controle ambiental.

“A implantação da energia visa a atender as comunidade de Abacateiros, Barbados, Barra de Ararapira, Canudal, Sebui, Varadouro, Vila Fátima e Vila Rita. A alternativa 1 é a implantação de cabos submarinos, totalizando 85 ligações e também fotovoltaicos em um total de 59 ligações. A alternativa 2 são cabos submarinos, cabos enterrados e painéis fotos voltaicos. A alternativa 3 é voltada para cabos submarinos e cabos enterrados”, explicou.

Em sua explicação, o superintendente de engenharia mostrou, através de imagens, as formas de funcionamento e as comunidades atendidas. Ele enfatizou com detalhes os projetos básicos, envolvendo  todas as comunidades.  

A explanação foi acompanhada com atenção pelas autoridades ambientais presentes à reunião. Dentre as quais o promotor de justiça do Ministério Público do Paraná, Andre Luiz de Araujo, o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente no Paraná, Julio Cesar Gonchorisky e também da diretora de avaliação de impacto ambiental do Instituto Ambiental do Paraná, Edilaine da Silva, entre outras autoridades que estão acompanhando o processo.

Os pescadores artesanais tiveram a oportunidade de contribuir indicando sugestões e falando das dificuldades enfrentadas. Desde 2013, o MPPR, por meio do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Proteção aos Direitos Humanos e da Promotoria de Justiça de Antonina (sede da comarca), acompanha o caso. O processo envolve os pescadores artesanais, a Copel e os órgãos ambientais. 

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