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Editorial

A situação da dengue no Paraná e o desafio de combater a doença

A dengue é uma doença grave que não deve ser subestimada

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Nessa semana, foi confirmado, no litoral do Paraná, o primeiro óbito relacionado à dengue, além de outros 107 casos confirmados. A notícia deve servir de alerta para que a população e órgãos de saúde tomem providências para que o número de casos não avance na região.

A situação gera alerta também em outras regiões do Paraná, levando a Secretaria Estadual de Saúde (Sesa) a registrar mais nove óbitos, no total, no último boletim epidemiológico, divulgado todas as terças-feiras. O informe é importante para verificar os casos da doença no Paraná e também traçar novas ações de combate ao mosquito transmissor da dengue.

Em Paranaguá, ações como essa já começaram nesta semana em que se confirma o primeiro óbito. Na terça-feira, 17, foi iniciado um mutirão para a remoção de entulhos em bairros como Comerciários, Jardim Ouro Fino e Conjunto Cominese, somando as atividades realizadas pelos agentes de endemias durante todo o ano. A cada semana, as equipes de saúde percorrerão alguns bairros e a população precisa ter conhecimento com antecedência para fazer a limpeza dos seus quintais. Evitando, dessa forma, o acúmulo de objetos que possam ser criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Ainda que ações como essa força-tarefa sejam de extrema necessidade, é fundamental, após o mutirão, manter os quintais limpos e livres de larvas do mosquito. Além disso, mesmo que muitas pessoas com dengue não evoluírem para casos graves da doença, outras precisam de internamentos e atendimento de saúde para se recuperar. Ou seja, é uma doença grave que não deve ser subestimada. A orientação dos órgãos de saúde é para que a população busque atendimento médico sempre que houver qualquer manifestação dos sintomas.

Com esses esforços e a consciência da população espera-se que, no próximo boletim epidemiológico, a situação no Estado esteja mais controlada para que novas vítimas não sejam registradas.

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