Em Paranaguá, o Ministério Público do Paraná (MPPR) ofereceu nova denúncia contra o padre Binu Joseph Chollackal pelo crime de violação sexual mediante fraude.
De acordo com a denúncia, apresentada pela 3.ª Promotoria de Justiça da comarca e aceita pelo Judiciário na semana passada, o crime teria ocorrido no início de 2021. A vítima seria uma mulher que procurou o sacerdote em busca de aconselhamento espiritual na região da Ilha dos Valadares.
O religioso já havia sido alvo de outras denúncias oferecidas pelo MPPR, inclusive com condenações judiciais por crimes semelhantes.
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Defesa
O departamento de jornalismo da Folha do Litoral News entrou em contato com o advogado de defesa, Dr. Giordano Sadday Vilarinho Reinert, que informou que o padre ainda não foi intimado. “O padre não foi intimado ainda. Tudo está em segredo de justiça”, disse.
O caso segue em segredo de justiça, e detalhes adicionais do processo não foram divulgados oficialmente.
Denúncias
A Promotoria de Justiça informa que está à disposição para o recebimento de eventuais novas denúncias contra o sacerdote, garantindo a preservação da identidade das vítimas.
Os contatos podem ser feitos presencialmente na sede da Promotoria, localizada na Alameda Coronel Elysio Pereira, 722, no bairro Estradinha, além do telefone (41) 3422-8620, pelo e-mail [email protected] ou por meio do formulário de atendimento disponível no site do MPPR, com possibilidade de denúncia anônima.
Relembre o caso
O primeiro episódio veio à tona a partir de denúncia do Ministério Público do Paraná, que acusou o então padre de importunar sexualmente uma jovem de 20 anos dentro de uma igreja na Ilha dos Valadares, em Paranaguá.
De acordo com as investigações, o crime ocorreu em 11 de fevereiro de 2022. Na ocasião, o religioso teria se aproveitado de um momento de oração para cometer o abuso. Conforme apurado, ele orientou os presentes a fecharem os olhos, instante em que teria tocado indevidamente a vítima, sem que familiares percebessem.
A denúncia foi formalizada pela 3.ª Promotoria de Justiça de Paranaguá em outubro de 2025, cerca de três anos após o ocorrido.
Além da condenação criminal, o Ministério Público também solicitou à Justiça a fixação de indenização mínima de R$ 20 mil pelos danos causados à vítima.
Com informações do MPPR





