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Coronavírus

Vacina reduziu em 88% média semanal de mortes de idosos acima de 70 anos no País, aponta MS

Segundo Butantan, 80% deste público recebeu vacina CoronaVac no Brasil

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Na quinta-feira, 16, o Instituto Butantan trouxe levantamento feito pelo Ministério da Saúde (MS) que apontou a importância da vacinação para o enfrentamento à pandemia no Brasil. Segundo os dados, de março a agosto de 2021, a média semanal de mortes causadas pelo Coronavírus reduziu em 88% entre pessoas com mais de 70 anos de idade. Segundo o Butantan, este dado demonstra não somente a importância da imunização, como também comprova a eficácia da vacina CoronaVac, visto que a maioria deste público recebeu aplicação do imunizante produzido pelo instituto paulista junto à farmacêutica chinesa Sinovac.

Segundo informações do Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe (SIVEP-Gripe) trazidas pelo Butantan, que são utilizadas pelas vigilâncias epidemiológicas estaduais para registrar os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), em 28 de março a média semanal de mortes por Covid-19 entre idosos acima de 70 anos era de 1.316. “Em 20 de agosto, seis meses depois, havia caído para 164″, explica a assessoria.

“As pessoas com mais de 70 anos, majoritariamente, mais de 80%, receberam a vacina do Butantan. Portanto, uma contribuição muito importante na redução de óbitos nessa população se deve à CoronaVac”, afirma o presidente do Instituto Butantan, Dimas Covas. “Essa vacina é a que tem o maior número de pessoas analisadas em termos de eficiência, e essa eficiência é elevadíssima”, complementa.

Pesquisas feitas no Brasil e Exterior comprovam eficácia

Segundo Covas, os dados vão de encontro às pesquisas feitas no Brasil com pessoas  imunossuprimidas e transplantadas, bem como estudos feitos no Chile, com mais de 10 milhões de pessoas, do Uruguai, com mais de 5 milhões, e da Turquia. “A CoronaVac está dando uma grande contribuição para o controle da pandemia em termos mundiais”, reforça o presidente.

“Nesses pouco mais de oito meses de vacinação, a gente pode observar uma redução progressiva de internações em nossos hospitais, o que é exatamente igual ao que acontece no resto do país, no resto do mundo”, afirma a coordenadora da Unidade de Terapia Intensiva de moléstias infecciosas do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, a médica infectologista Ho Yeh Li. De acordo com ela, é essencial que todas as pessoas tomem a vacina, incluindo a dose de reforço a quem for destinada, seguindo orientações dos órgãos públicos e sanitários.

Com informações do Instituto Butantan

Foto: Jonathan Campos/AEN

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