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Ciência e Saúde

Em uma semana, 485 novos casos de dengue são registrados no litoral

A Sesa atualmente investiga 296 pessoas que podem estar infectadas com a dengue no litoral

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Na terça-feira, 20, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) divulgou novo informe epidemiológico sobre a situação da dengue, zika e chikungunya em todo o Paraná.

De acordo com o boletim, em uma semana, 485 novos casos de dengue foram registrados no litoral, a maior parte deles (325) em Paranaguá.

Além disso, contabilizaram novos registros da doença os municípios de Antonina (42), Guaratuba (22), Matinhos (3), Morretes (92), e Pontal do Paraná (1). Nenhum novo caso de dengue foi registrado nos últimos sete dias em Guaraqueçaba.

Ao todo, o novo informe, que registra a situação da dengue desde 11 de agosto de 2020, divulgou que até o momento, Paranaguá apresentou 1.470 casos da doença, duas mortes decorrentes da dengue e quatro casos graves, sendo o município com maior incidência da enfermidade transmitida pelo mosquito Aedes Aegypti. O município também registrou no total 19 casos de dengue com sinais de alarme.

O litoral registra o número de 1.765 casos confirmados da doença. Os casos ocorridos na região são do sorotipo DENV1 e DENV2.  Nenhum caso de Zika ou Chikungunya foi contabilizado até agora nos sete municípios litorâneos. 

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Foto: Ilustrativa / Marcelo Camargo / Agência Brasil

Com incidência de casos de dengue acumulada de 939,70, Paranaguá está entre os municípios do Paraná que teve o maior número de pacientes infectados pela doença entre agosto de 2020 até o presente momento em 2021. Morretes é a segunda cidade com maior incidência de casos: 788,22. Antonina, com incidência acumulada de 541,79 de casos de dengue, é o terceiro município no ranking em questão. A Sesa atualmente investiga 296 pessoas que podem estar infectadas com a dengue no litoral. Os casos suspeitos foram contabilizados em Paranaguá (58), Antonina (67), Morretes (118), Guaratuba (49) e Matinhos (2).

Segundo o boletim da Sesa, o risco climático da dengue é médio no litoral do Paraná, principalmente em Paranaguá e Guaratuba. Ou seja, as condições climáticas para aumento da proliferação do mosquito Aedes Aegypti, que é transmissor da doença, são médias, algo que se acentua devido ao outono e proximidade do inverno, onde as temperaturas são mais amenas. 

Paraná

O Informe publicado ontem, 20, pela Secretaria Estadual da Saúde registra 1.289 novos casos confirmados da dengue no Paraná. O período epidemiológico, com início de agosto de 2020, soma 9.909 casos distribuídos em 247 municípios.

As 22 Regionais de Saúde têm confirmações de dengue; em 20 Regionais estão confirmados casos autóctones, ou seja, as pessoas se contaminaram no município de residência. O Paraná totaliza 8.741 casos autóctones.

O Informe registra ainda 55.198 notificações para a dengue no Estado, em 354 municípios. Outros 10.856 casos seguem em investigação para a doença.

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Arboviroses

O Informe Semanal sobre Arboviroses da Sesa alerta para o aumento de casos de chikungunya, doença também transmitida pelo mosquito Aedes aegypti, assim como a dengue e zika vírus.

A Sesa monitora e divulga os dados epidemiológicos dos três agravos no mesmo Informe conforme análise da Vigilância Ambiental. Segundo o Informe, o Paraná tem hoje 193 notificações para a chikungunya e 29 casos confirmados.

“A Sesa está alerta diante deste aumento repentino de casos; já orientamos todas as 22 Regionais de Saúde, principalmente os serviços assistenciais para atenção redobrada a possíveis casos. A notificação correta nos aponta onde está a circulação viral e possibilita a ação”, afirmou o secretário Estadual de Saúde, Beto Preto.

“Hoje o Estado de São Paulo passa por um surto de chikungunya; a proximidade com o Paraná e o fluxo de pessoas entre os estados pode ter originado o aumento dos casos por aqui”, explica a coordenadora de Vigilância Ambiental da Sesa, Ivana Belmonte.

Características

A chikungunya causa febre e dores nas articulações. Outros sintomas incluem dor muscular, dor de cabeça, náusea, fadiga e erupção cutânea.

Aproximadamente 50% dos casos evoluem para a forma crônica; as dores podem persistir por meses ou até anos, causando debilitação do paciente.

Com informações da Sesa

Foto: Ilustrativa

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