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Ciência e Saúde

Chegada do frio possibilita o aumento de infecções respiratórias

Crianças com menos de cinco anos, idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos pertencem ao grupo com maior risco às doenças respiratórias

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Foto: Ilustração/Pixabay

O inverno ainda nem chegou, mas uma parte do Brasil já enfrenta uma queda acentuada nas temperaturas, inclusive com possibilidade de neve em algumas regiões.

Nesta época mais fria do ano, quando as temperaturas são mais baixas e a umidade do ar diminui, algumas infecções respiratórias se tornam mais prevalentes.

O Ministério da Saúde lembra que o Governo Federal prorrogou a Campanha de Vacinação contra a Gripe, uma das doenças comuns em períodos de frio. A campanha começou no dia 4 de abril e a previsão era que o término fosse na sexta-feira, 3, mas agora os públicos prioritários podem procurar os postos de vacinação até o dia 24 de junho.

Pessoas de 14 grupos prioritários podem procurar um dos 50 mil pontos de vacinação espalhados pelo Brasil para se vacinar contra a doença.

“Crianças abaixo de cinco anos, devido à imaturidade do sistema imunológico, idosos acima de 60 anos e imunossuprimidos pertencem ao grupo que gera maior preocupação com as infecções respiratórias. Por isso, é fundamental estarem vacinados contra a gripe”, informa a pasta.

As infecções mais comuns observadas no período são: sinusite, gripes e os resfriados e o agravamento de outras, como rinite alérgica, asma, bronquite e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC).

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Além da vacinação, algumas medidas podem prevenir essas doenças:

– Higienização das mãos

– Evitar ambientes fechados e sem ventilação

– Proteger a boca ao tossir

– Beber bastante água

– Evitar o uso de cigarro

– Manter a alimentação balanceada e saudável

– Prática regular de atividade física

Apesar de os sintomas variarem entre cada doença, no geral, tosse (podendo ter secreção ou não), congestão nasal e coriza são sintomas comuns. Essas manifestações podem ser acompanhadas de febre.

É importante ressaltar que todos os sintomas devem ser avaliados por um profissional de saúde, principalmente nos casos de febre alta, falta de ar e dor no peito.

Com informações do MSáude