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Ciência e Saúde

Planos de saúde são obrigados a cobrir o teste de zika

Determinação passou a valer desde a quarta-feira, 6.

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Os planos de saúde de todo o País estão obrigados, desde a quarta-feira, 6, a cobrir os usuários diagnosticados com a suspeita de terem contraído o zika vírus, o qual é transmitido pelo mosquito Aedes Aegypti. De acordo com o Diário da União de ontem, passaram a fazer parte do rol de procedimentos e eventos em Saúde o teste PCR (Polymerase Chain Reaction), que é capaz de detectar a presença do vírus nos primeiros dias da doença; o teste sorológico IGM, responsável pela identificação de anticorpos na corrente sanguínea; e o IGG para verificar se a pessoa já teve contato com zika em algum momento da vida.

 


Exames privados chegavam a ser cobrados por cerca de R$ 880.

 

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), a determinação da resolução da Agência Nacional de Saúde (ANS) não deve causar grandes impactos para o Estado do Paraná no que diz respeito à quantidade de exames realizados. Isso porque, o Paraná é o único Estado da federação a usar de uma metodologia em que, em um só exame de sangue, é possível verificar a presença do zika vírus, dengue ou chikungunya. “Fomos os pioneiros a usar a tecnologia que permite o diagnóstico simultâneo das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. O teste para o diagnóstico molecular de arboviroses, a chamada metodologia Multiplex, em uso desde o dia 3 de fevereiro, ampliou a capacidade de análise do Laboratório Central (Lacen) de 60 para 1.400 exames semanais”, informou a assessoria do órgão, admitindo que a medida da ANS não resultará em mudanças neste panorama. 
 

MOTIVO

A determinação da ANS, em obrigar a cobertura do teste de zika pelos planos de saúde se deu em razão da normativa da Organização Mundial da Saúde em tratar a doença, a qual provoca a microcefalia em fetos durante o período gestacional, como uma emergência em saúde pública no mundo.

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