Logotipo

Agronegócio do Paraná é o Brasil que deu certo, diz Ratinho Júnior

20 de março de 2018

Só em 2017, as 220 cooperativas do estado faturaram R$ 70,6 bilhões e contribuíram, de forma significativa, com o saldo positivo da balança comercial do País

Compartilhe

O deputado estadual Ratinho Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Paraná tem ampliado o diálogo com representantes do agronegócio. Atualmente, é a liderança política com o maior trânsito no setor e um porta-voz dos produtores paranaenses. "O agronegócio do Paraná é o Brasil que deu certo. Só em 2017, as 220 cooperativas do estado faturaram R$ 70,6 bilhões e contribuíram, de forma significativa, com o saldo positivo da balança comercial do País". Ratinho Júnior defende novos mecanismos de incentivo à produção e a melhora de infraestrutura para viabilizar a expansão do setor. 

Em encontro recente com produtores e lideranças do agronegócio na região de Guarapuava, Ratinho Júnior falou da importância de valorizar o que ele considera ser a vocação do nosso estado.

“O Paraná é o celeiro do agronegócio do mundo. O que precisamos fazer é potencializar a nossa produção com tecnologia, ajudando os produtores a industrializar seus produtos. Isso gera mais riqueza para o homem do campo, empregos e alimentos para nossa população”, destacou.

Entre os vários pontos que tem discutido com os produtores e que deverão ser apresentados ainda em 2018, Ratinho Junior defende uma política apoiada em três eixos:  infraestrutura, estímulo à produção e política de gestão. "Nos encontros com os produtores, está claro que eles querem melhorias na logística de cada região, ou seja com obras rodoviárias, interligação ferroviária e modernização  dos nossos portos de Paranaguá e Antonina e também dos terminais de carga nos aeroportos”. O Paraná precisa avançar em infraestrutura e criar novas condições para incentivar e melhorar a produção do agronegócio. 

Cooperativas

"É preciso estabelecer políticas públicas para as cadeias produtivas, incentivar a produção energia limpa, diminuir os impostos sobre os equipamentos, otimizar o programa estadual de subvenção do seguro agrícola, além da restituição de crédito de ICMS aos produtores, entre outros pontos", completa Ratinho Junior.


Um dos principais desafios do Paraná, além de se consolidar como um grande produtor de commodities, na visão de Ratinho Junior, é aumentar a transformação de matérias-primas, industrializar e gerar mais empregos e riquezas. “Precisamos exportar produtos prontos para consumo, potencializando ainda mais o agronegócio, setor responsável por fatia considerável do PIB paranaense e brasileiro”, disse. 

Ratinho Junior aponta, que apesar das dificuldades da economia brasileira, em 2017 as cooperavas do Paraná criaram mais de 89 mil empregos diretos e 2,8 milhões de oportunidades de negócios, no campo e nas cidades. "A agroindustrialização traçada pelas cooperativas é um dos melhores planos de investimento no Paraná, e o Estado tem que dar condições e incentivos para isso. A meta das cooperativas é atingir um faturamento na casa dos R$ 100 bilhões por ano, isso à curto prazo, nos próximos anos e o estado tem que ser o grande parceiro, o indutor do crescimento para chegarmos ao cumprimento dessa meta”, finalizou.
 

Colunistas