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Valmir Gomes

A amazônia paulista

05 de setembro de 2019

Gente, em São Paulo tem de tudo, a Rua 25 de Março que você compra o que quiser a hora que quiser, tem uma culinária japonesa e italiana sem igual, tem feijoada às 4 horas, tem concessionária de automóvel aberta de madrugada. Agora tem também focos de incêndio igual a nossa Amazônia. O Palmeiras incendiou o mundo da bola nesta semana. Felipão, seu técnico campeão, foi demitido; o presidente do Conselho Deliberativo, Seraphim Del Grande, pediu a saída do diretor de futebol, Alexandre Matos. Disse mais Seraphim, a saída do Felipão e a chegada do Mano Menezes são o enterro do presidente Maurício Galotte. Sem contar a torcida organizada que é contra o novo técnico. Estamos diante da Amazônia paulista, só muitas vitórias seguidas apagam este incêndio.

 

O ÍDOLO WILSON FOI EMPRESTADO

O centenário Coritiba sempre primou por grandes goleiros. Neste momento, tinha dois craques na posição. O ídolo da torcida, Wilson, e o excelente Alex Muralha. Sem mais nem menos a diretoria emprestou Wilson ao Atlético Mineiro. Das duas uma, ou a diretoria pensa que já subiu para a primeira divisão, ou confia no terceiro reserva. Gente, Wilson é ótimo goleiro, bate falta e pênalti, além da liderança e empatia com o clube e a torcida. Nesta altura da competição, jamais abriria mão do Wilson.

 

PROJETO ENVELHESER UM OLHAR PARA OS IDOSOS

A nota é curta, porém de grande utilidade. Nesta semana, o prefeito Marcelo Roque assinou contrato que garante prestação de serviços ao pessoal da melhor idade. Projeto EnvelheSer  oferece várias atividades aos idosos, bem como exames médicos, incluindo cardiograma. Um olhar do serviço público aos idosos de Paranaguá, afinal eles sedimentaram a estrada do progresso da cidade. Golaço.

 

FELIPÃO X MANO MENEZES O MESMO DNA

Volto ao assunto Palmeiras, o clube paulista manda embora o técnico Luis Felipe Scolari e contrata Mano Menezes. Espera aí, o DNA dos dois no futebol é igual, usam as mesmas estratégias táticas e conseguem títulos, vitórias e derrotas dentro da mesma filosofia. Na prática trocaram seis por meia dúzia.

 

DRA. CAROLINE E AS REDES SOCIAIS

Confesso uso alguma coisa nas redes sociais por sugestão dos meus filhos e netos. A minha moda uso o WhatsApp e Facebook, evito fatos familiares e políticos, me arrisco fazendo pequenas crônicas sobre assuntos que acho pertinente. Leio na Folha do Litoral News uma entrevista da psicóloga Caroline Chiarelli Colle sobre o ódio nas redes sociais. Diz ela "As mesmas regras sociais que aprendemos para conviver em sociedade valem também para vida on-line. Ignorem pessoas frustradas e insatisfeitas". Dra. Caroline sabe das coisas, usou palavras amenas e ensinou o caminho da cordialidade, seja na vida real ou nas redes sociais.

 

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