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Utilidade Pública

Homem procura irmã que residia em Paranaguá e está desaparecida há mais de 50 anos

Altair da Silva já percorreu milhares de quilômetros em três Estados procurando Marlene da Silva, de 62 anos

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Altair não vê a irmã desde que tinha seis anos de idade

Um filme triste que na verdade é uma história verídica. Altair da Silva, aposentado, nascido na cidade de Bento Gonçalves, no Rio Grande do Sul, foi separado da irmã quando ela tinha apenas 14 anos e ele tinha seis. Desde então, ele procura Marlene da Silva, que atualmente possui 62 anos e foi adotada por outra família quando ainda os dois eram crianças. Jovem, ele iniciou sua jornada atrás da irmã percorrendo milhares de quilômetros, saindo do Rio Grande do Sul e indo até os Estados de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná em municípios como Dourados, Santos e Curitiba, descobrindo com ajuda policial que Marlene residia em Paranaguá somente este ano.

No entanto, quando foi ao endereço onde achava que iria encontrar sua irmã, descobriu com vizinhos que ela teria se mudado com o marido e filhos para a cidade de Campinas, em São Paulo. Desesperado, Altair pede ajuda para obter contato com Marlene e combinar uma forma de encontrá-la. A irmã dele atualmente é casada com um mestre de obras, com quem tem três filhos. Além disso, o aposentado se encontra em condições financeiras complicadas, com necessidade de ajuda da população para obter roupas e calçados, visto que apenas recebe sua aposentadoria no próximo mês.

Altair atualmente está residindo em Paranaguá em uma pensão no Centro Histórico próximo à Catedral Diocesana após sua jornada em busca da irmã por milhares de quilômetros no Brasil. “Depois de muita procura por ela fui até Dourados, no Mato Grosso do Sul, onde falei com a policial Maria Campos que já colaborou para encontrar 4,5 mil pessoas perdidas no País. Ela descobriu que minha irmã estava em Paranaguá e eu vim para cá. Eu vi minha irmã pela última vez quando eu tinha só seis anos, quando ela estava passando roupa com ferro a carvão. Faz 52 anos que não a vejo. Desde que comecei a ficar jovem estou a procurando, já fui até Santos – SP à procura dela e em muitas outras cidades”, acrescenta. 

Emocionado, o aposentado citou sua frustração quando chegou à casa onde ela residia em Paranaguá e descobriu com vizinhos que ela teria se mudado para Campinas. A sua irmã tem três filhos jovens e um marido, sendo que a família inteira foi embora até a cidade paulista. “Quero conhecê-la, sinto saudade dela, pois ela foi dada para adoção com 14 anos para outra família. Ela foi embora e nunca mais a vi”, acrescenta. “Estive na cidade de Torres, Rio Grande do Sul, onde minha mãe mora junto com meus irmãos, sendo que meu pai já é falecido e o grande sonho dela é ver a minha irmã desaparecida, antes de morrer”, explica, destacando que sua jornada para encontrar Marlene é toda feita a pé.

“Estou também preciso de ajuda com roupa e calçado para que eu possa usar, visto que só recebo dia 6. Quero tentar ir a Campinas encontrá-la”, explica, destacando sua condição financeira. “Peço para todos de Paranaguá me ajudarem a encontrar a minha irmã. Já andei por vários locais atrás dela, já estive até na RPC, na Praça Santos Andrade, em Curitiba, com este cartaz procurando ela. Cheguei no endereço dela em Paranaguá e não a encontrei, foi triste. Quero conhecê-la, meus sobrinhos e meu cunhado. Quero ver o rosto dela”, explica, destacando que teve apoio da Guarda Civil Municipal (GCM) de Paranaguá para encontrar a irmã em seu endereço no município.

COMO POPULAÇÃO PODE AJUDAR

Altair da Silva pede ajuda dos cidadãos de Paranaguá para informações do paradeiro da sua irmã Marlene da Silva. Ele atualmente reside na Rua Fernando Simas, 202, no Centro Histórico de Paranaguá. O telefone para contato é o (41) 98452-7760, falar com Pastora Cristiane. 

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