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Encapuzados executam homem com 3 tiros na frente da filha

08 de janeiro de 2019

Primeiro homicídio de 2019 é registrado em Paranaguá.

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Márcio José da Silva, de 37 anos, conhecido como “Márcio Peruca”, foi executado com três tiros no final da noite de segunda-feira, 7, na Vila Guarani, em Paranaguá.

A vítima estava em uma caminhonete VW Amarok, acompanhada de uma das filhas, quando foi surpreendida pelos assassinos no cruzamento das ruas Antonio José de Santana Lobo, com Tupinambá.

Os criminosos, possivelmente seguindo a vítima, desceram de um veículo, marca Honda, cor prata, assim que Márcio estacionou a caminhonete, na frente de uma residência, e começaram a atirar.

“Peruca” foi alvejado por 3 disparos, 2 nas costas e 1 na cabeça. Ele caiu sem vida na calçada, enquanto tentava fugir dos assassinos. A menina, de apenas 10 anos, não foi atingida pelos tiros.

De acordo com a polícia, Márcio teria ido buscar a outra filha, quando foi surpreendido pelos criminosos.

DISPAROS

Moradores na região onde o assassinato aconteceu relataram ter ouvido pelo menos 10 disparos de arma de fogo e que um segundo carro suspeito teria dado cobertura à ação criminosa.

PERÍCIA

Durante o trabalho de perícia, realizado pela equipe da Criminalística, foram recolhidos 6 estojos de munição 9mm. O perito constatou também que a caminhonete onde Márcio estava foi alvejada por vários disparos. Os tiros atingiram o para-brisas e os vidros laterais do veículo, que foi recolhido e encaminhado para a Delegacia da Polícia Civil.

INVESTIGAÇÃO

Uma equipe da Divisão de Homicídios da Polícia Civil esteve no local e começou a investigar o caso, registrado como o primeiro homicídio de 2019 em Paranaguá.

TEMPORADA

Este foi o sétimo homicídio registrado durante a Operação Verão Paraná 2018/2019.

VEÍCULO SUSPEITO

No final da manhã de terça-feira, 8,  um veículo, da mesma marca e modelo, do que foi usado na execução de “Márcio Peruca”, foi encontrado totalmente queimado em uma estrada de terra, que dá acesso ao bairro de Alexandra.

Em contato com o possível proprietário, os policiais militares descobriram que o veículo destruído pelas chamas era clonado. Depois da perícia, o automóvel foi recolhido.


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