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Paraná Produtivo

Economia

A redução, segundo os técnicos, está atrelada à queda da taxa básica de juros, a Selic, com mínima histórica (4,5% ao ano).

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O Governo vai deixar de pagar R$ 418 bilhões de juros da dívida pública entre 2019 e 2022, diz o Ministério da Economia. A redução, segundo os técnicos, está atrelada à queda da taxa básica de juros, a Selic, com mínima histórica (4,5% ao ano). Isso permite que o governo pague menos para se financiar no mercado.

Desafio
"O grande desafio do empresário brasileiro foi ser um sobrevivente de ciclos extremamente desafiadores, já que a inflação dilapidava sempre o ativo – não só das pessoas, como das empresas – e, no final do dia, a empresa tinha um compromisso de sobreviver. E os bancos também", de Luiz Trabuco, presidente do Bradesco, em entrevista à imprensa.

Recuperação
O setor imobiliário foi um dos poucos que deram sinais claros de recuperação em 2019. A expectativa é que a construção civil encerre o com crescimento de 2%, o dobro da expansão da economia, que gira em torno de 1%. Desde 2013, a construção civil não crescia acima do PIB. O setor está sendo considerado o motor de crescimento da economia para o próximo ano. A expectativa é que o avanço da construção chegue a 3%.

Angra doce

O lago da usina de Chavantes, entre o Paraná e São Paulo, é agora oficialmente área de interesse turístico e denominada de Angra Doce. A medida é um apoio às cinco cidades paranaenses e os dez paulistas que a integram a região. “O Paraná possui mil quilômetros de praias de água doce com cenários deslumbrantes. A formalização da região de Angra Doce reforça ainda mais esse potencial turístico, que deve ser explorado com vistas a melhorar a vida da população”, afirma o secretário do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes.

Réveillon


Foz do Iguaçu, Paranaguá e Guaratuba estão entre as 10 cidades brasileiras consideradas as melhores para passar as festas de final de ano, segundo o Airbnb que estima atingir um recorde com 4,5 milhões de chegadas de hóspedes no mundo todo, mais do que o dobro do número registrado há três anos. A pesquisa também aponta a tendência de viagens curtas: 36% dos brasileiros vão aproveitar a noite de festividades para viajar dentro do Estado onde residem.

Teto maior

O presidente Jair Bolsonaro afirmou que o teto mínimo para o contribuinte declarar o imposto de renda passará dos atuais R$ 2.349,98 para R$ 3 mil. Com isso, que ganha até esse valor por mês, em média, estaria dispensado de declarar ao Fisco.

Mínimo regional

Em 2020, o salário mínimo regional do Paraná será reajustado no primeiro dia do ano. Implantado em maio de 2006, desde 2017 a data-base vem sendo reajustada pelo percentual aplicado ao mínimo nacional e também antecipada em um mês por ano para que, em 2020, venha a coincidir com a data-base nacional – que é 1.º de janeiro. Assim, o aumento já deverá pago na folha de fevereiro. O percentual de aumento, porém, só será definido no início de 2020.

Cuidado, é golpe

A gastronomia está em alerta com os vários golpes que ocorreram nos últimos 12 meses. Essa prática acaba se intensificando com a correria de final de ano e a costumeira distração de clientes e colaboradores dos estabelecimentos. "Nesta época tem o golpe do boleto falso, do barril de chopp e o velho truque do troco. É necessário neste momento redobrar a atenção. Não seja inocente, ganancioso ou desatento diante de possíveis facilidades ou ameaças”,  diz a campanha do sindicato dos bares e restaurantes.

Otimismo


Os custos de produção da avicultura tiveram uma leve melhora nos últimos meses de 2019, mas o cenário ainda é de prejuízo na maior parte dos aviários. Apesar desses contratempos, os produtores estão otimistas para 2020. Levantamento da Faep sinaliza reajustes pontuais nos repasses das indústrias aos produtores. No caso do frango pesado, a situação é um pouco melhor, com alguns produtores com pequenas margens e a maioria conseguindo apenas cobrir os custos operacionais. No caso do griller (leve), em geral, a receita consegue defender apenas os custos variáveis.

Otimismo II

O ano de 2019 deu sinais mais consistentes de que a economia brasileira começa a se recuperar após a forte crise sofrida pelo país nos últimos anos. No Paraná, a indústria também mostrou recuperação. De janeiro a outubro, a produção industrial teve aumento de 6,9% em relação ao mesmo período de 2018. Foi o maior crescimento entre todos os estados brasileiros, puxado principalmente pelos bons desempenhos dos setores de alimentos e automotivo.

Indicadores
Esses indicadores, somados a medidas adotadas em âmbito federal e estadual oara melhorar o ambiente de negócios – como a aprovação da Reforma da Previdência e iniciativas para reduzir a burocracia, entre outras – fazem aumentar o otimismo dos industriais paranaenses para 2020. É o que revela a pesquisa a Fiep que mede as expectativas do setor para o próximo ano.

Investimentos
Segundo a pesquisa, 80% dos industriais têm perspectivas favoráveis para o ano que vem. Outro dado relevante é que 82% dos industriais pretendem realizar investimentos em 2020, tendo como prioridades o aumento da capacidade produtiva e a aquisição de máquinas e equipamentos. A maioria deles usará recursos próprios para isso, enquanto apenas 38% pretendem recorrer ao mercado financeiro para buscar capital.

Da Redação ADI-PR Curitiba

Coluna publicada simultaneamente em 20 jornais e portais associados. Saiba mais em www.adipr.com.br

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