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Fábio Campana

Fábio Campana

Por Fabio Campana, colunista e jornalista político.

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Todo poder será castigado

12 de junho de 2018

No Brasil, poder é dinheiro. Poder tornou-se sinônimo de condição para a corrupção. É tanta revelação de falcatruas inomináveis que, para os cidadãos comuns, todo aquele que galga uma posição de comando na vida pública, do menor ao maior poder, passa imediatamente a ser olhado como suspeito de praticar os piores crimes com o dinheiro público em proveito pessoal ou de grupos.

Mas se acendeu uma nova esperança nos brasileiros. A de que, enfim, a corrupção que assola o País seja investigada em profundidade e rigorosamente punida como processo de reeducação. Se depender dos Procuradores da República representados emblematicamente por Deltan Dallagnol, e principalmente do juiz Sergio Moro, todo poder será castigado.

Sim, todo poder usado de forma criminosa sofrerá investigação. A história sustenta a convicção de que no Brasil todos os Poderes são usados, em maior ou menor grau, para o cometimento de crimes contra a sociedade, a democracia e, especialmente, contra as finanças públicas que já são poucas para tanta demanda social.

Um vice para Ratinho

Ratinho Jr, até agora, tem quatro candidatos a compor sua chapa e segurar a bandeira de vice: o ex-Fecomércio Darci Piana; o ex-prefeito de Assis Chateaubriand, Marcel Micheletto; o ex-secretário da Agricultura, Norberto Ortigara; e o ex-Fiep Edson Campagnolo.

Cida extingue Escritório

O Escritório de Representação do Paraná em Brasília funciona, entre outras coisas, como um local para reuniões, encontros e debates que o pessoal do governo pode ocupar quando viaja à capital do País. Tem status de secretaria especial. Luciano Pizzatto ocupava o cargo principal até sua morte em março.  Cida Borghetti considera que é hora de extinguir o órgão e enxugar a despesa.

Adiamento

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado estadual Ademar Traiano (PSDB), anunciou hoje a retirada de pauta dos projetos que preveem reajuste salarial de 2,76% para os servidores da Casa, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas, Ministério Público e Defensoria Pública. A votação dessas propostas estava prevista para a sessão de segunda-feira, mas os servidores do Executivo – que estão com os salários congelados desde 2016, cobram do governo o direito ao reajuste também para a categoria.