Logotipo
Fábio Campana

Fábio Campana

Por Fabio Campana, colunista e jornalista político.

Compartilhe

O que será de Osmar?

02 de agosto de 2018

O que será de Osmar?

Osmar Dias ficou oito anos longe da atividade política direta, que lida com eleições, exercício de mandatos, divisão de poder e questões do gênero. Voltou acreditando que tudo era como antes e que já era ruim, mas jamais pensou que os vícios e métodos se aprofundaram tanto que a política de hoje virou outro jogo. É como se um jogador de futebol, dado a habilidades com a bola, que tem em Pelé um modelo de craque, entrasse em campo e percebesse que o jogo é outro, o de futebol americano.

Osmar descartou a aliança com o MDB de Requião, por incompatibilidade de ideias, de práticas e de projeto. Tenta reorganizar sua Armata com alianças com o PSB e o PPS. O primeiro exige que ele se alie com Beto Richa, que Osmar vê como figura emblemática de tudo o que combate; o segundo faz exigências consideradas impossíveis de atender.

Para completar o quadro desolador, o próprio irmão de Osmar, senador Alvaro Dias, anuncia que seu partido, o Podemos não vai apoiá-lo. Alvaro quer ser suprapartidário e não pode apoiar Osmar e perder o apoio dos outros candidatos a governador. Como se vê, não resta a Osmar Dias muitas opções.

Procura-se aliança

Enquanto o tempo das alianças vai passando sem grandes novidades para Ciro Gomes, ele roda o Brasil atrás de qualquer força que apareça pela frente.  Até agora, segundo Manoel Dias, secretário-geral do PDT, o pré-candidato já visitou 60 universidades do País e em cada uma convida estudantes a se filiarem ao partido - às vezes consegue.

Cristiane Brasil, modelo

No país da bananeira, Cristiane Brasil, cheia de rolos e histórias mal contadas, está preocupada com a estampa. Publicou na rede um pedido de ajuda para escolher a melhor foto para urna eletrônica. Tempinho depois deve ter tomado um chá de expurga-ridículo e apagou.