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Educação com Ciência

Graduada em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual do Paraná e Pedagogia pelo Instituto Superior do Litoral do Paraná. Experiência no exercício da docência da Educação Básica, em funções de Coordenação e Direção escolar. Especialista em Alfabetização, Neuropsicopedagogia e mestre pela Universidade Federal do Paraná. No doutorado atua em pesquisas voltadas à Neurociência da aprendizagem, na linha de Cognição, Aprendizagem e Desenvolvimento Humano...

A busca pela felicidade

12 de março de 2019

Ser feliz é o que todos desejam. A busca incessante pela felicidade é tão perceptível hoje quanto à obrigação de mostrar-se feliz em todos os momentos.   Mas, você já parou para se perguntar se é realmente feliz? Ou melhor, o que te proporciona a felicidade?

O fenômeno da felicidade se apresenta de formas diferentes para cada pessoa e muda constantemente no decorrer da vida. Não há dúvidas de que crianças se consideram mais felizes do que a população adulta. Pesquisas comprovam esta afirmação: em um experimento com crianças entre 6 e 9 anos, a grande maioria respondeu ser muito feliz, apenas 7,5% se consideram mais ou menos felizes. Acredita-se, ainda, que a felicidade é uma curva em U, ou seja, na vida há picos de felicidade e estes se apresentam, em sua grande maioria, no período da infância, juventude e fase idosa.

A felicidade é capaz de manter o cérebro ativo, de permitir novas aprendizagens. Para alcançar a tal felicidade é preciso dar significado à vida, criar metas e proceder de ações para alcançá-las. O ser humano precisa de desafios para se manter feliz e motivado.

Só há uma característica que é tão essencial para nos manter felizes, quanto os desafios, a capacidade de se relacionar com o outro, de preservar a interação social. Através da interação, o cérebro reage criando pensamentos e sentimentos. A empatia, por exemplo, caracterizada pela ação afetiva em resposta a outras pessoas, desencadeia reações fisiológicas de autorrecompensa, o que contribui para a formação da felicidade.

Quando criança, experimentamos a felicidade com facilidade e, no decorrer da vida adulta, esquecemos de valorizar o presente, observar os detalhes, olhar para aquilo que realmente nos traz bons sentimentos. É importante pensar que nossos sentimentos definem essencialmente quem somos e o que fazemos. 

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