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Coronavírus

Ministério da Saúde reduzirá intervalo entre primeira e segunda dose da Pfizer

Anúncio reduzirá o período de três meses entre doses para 21 dias

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Na segunda-feira, 26, o Ministério da Saúde (MS), através do secretário-executivo da pasta federal, Rodrigo Cruz, afirmou que o intervalo para aplicação das duas doses da vacina contra a Covid-19 Pfizer será reduzida de três meses para 21 dias. A medida está prevista na bula do imunizante produzido pela Biontech. A medida ainda será devidamente aplicada em todo o País após definição junto ao Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) e Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

“A gente está só estudando qual é a melhor timing disso, mas que vai diminuir, vai. A gente está estudando junto com Conass e Conasems para, em tripartite, verificar qual a melhor data de reduzir o prazo de 3 meses para 21 dias, encurtando o prazo pontuado pela bula da Pfizer”, afirma o secretário-executivo do MS, Rodrigo Cruz.

A Pfizer começou a ser utilizada para aplicação no Brasil em maio. Desde então, ela está sendo aplicada com o prazo de 90 dias entre as duas doses, algo que utiliza estudo de eficácia feito no Reino Unido. Entretanto, tal estudo contraria a bula da própria Pfizer, adotando o mesmo intervalo entre doses que o imunizante AstraZeneca.

Além disso, de acordo com o que foi apontado pelo MS à Agência Reuters, o intervalo maior de 90 dias foi uma alternativa com o intuito de ampliar a campanha de vacinação contra o Coronavírus no Brasil em um período onde as doses eram mais escassas do que atualmente. Com a ampliação da distribuição da Pfizer e de outros distribuidores no Brasil, o MS anuncia a redução do intervalo entre primeira e segunda dose, algo que deverá ampliar mais rapidamente o número de pessoas totalmente imunizadas contra a Covid-19 em um menor espaço de tempo.

Gestantes e segunda dose com Pfizer

Na segunda-feira, 26, o Ministério da Saúde anunciou campanha voltada à imunização contra a Covid-19 de grávidas e puérperas até 45 dias que foram vacinadas com a AstraZeneca ou Pfizer. Segundo a pasta, a segunda dose a ser aplicada deve ser preferencial da Pfizer. “A orientação foi anunciada nesta segunda-feira, 26, pela secretária Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19, Rosana Leite, e está em nota técnica da Secretaria Extraordinária de Enfrentamento à Covid-19 (SeCov).

De acordo com Rosana, caso a vacina da farmacêutica americana não esteja disponível no momento da segunda dose, poderá ser utilizada a CoronaVac/Butantan. “É importante que as grávidas se vacinem e façam essa intercambialidade, preferencialmente com a vacina da Pfizer, a qual existem estudos já mostrando essa efetividade”, afirmou Rosana. “Na excepcionalidade, elas poderão usar também a CoronaVac que mostra uma boa efetividade”, completa.

“A atualização das recomendações foi discutida amplamente, por especialistas da Câmara Técnica Assessora em Imunização e Doenças do Ministério da Saúde. Para as grávidas e puérperas que estão começando o ciclo vacinal agora, a orientação do Ministério da Saúde permanece a mesma: elas devem tomar os imunizantes que não têm o vetor viral, isto é, a Coronavac ou a Pfizer. Essas são as principais informações da campanha do Ministério da Saúde para orientar as mulheres que estão neste momento tão especial da vida: a gravidez ou os primeiros dias com os filhos nos braços. Serão mais de 3 milhões de mulheres imunizadas”, informa a assessoria do MS, destacando a importância de medidas preventivas como o uso de máscara, higienização das mãos e presença em ambientes ventilados.

Exceção

Segundo o Ministério da Saúde, a situação de grávidas e puérperas é considerada uma exceção na vacinação contra a Covid-19 no País. “Além disso, a nota também determina que a intercambialidade (mudança de vacina para primeira e segunda dose) poderá ser realizada por pessoas que tenham tomado a primeira dose da vacina em outro país e que estarão no Brasil no momento de receber a segunda dose. A segunda dose deverá ser administrada no intervalo previsto para os fabricantes da primeira dose”, informa.

A pasta também orienta que, caso as pessoas sejam vacinadas de maneira inadvertida com dois imunizantes diferentes, elas deverão ser notificadas com um erro de vacinação no e-SUS Notifica.   “Não é permitida a intercambialidade nos casos normais e quando isso acontecer, o caso deve ser tratado como um erro vacinal e notificado”, explica Rosana Leite.

“O Ministério da Saúde também recomenda que essas pessoas sejam acompanhadas com relação ao desenvolvimento de eventos adversos e falhas vacinais”, finaliza a assessoria.

Com informações da Reuters e Ministério da Saúde

Foto: Américo Antonio/Sesa

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