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01 de março de 2019

Parques Estaduais voltam a ser atração neste Carnaval

Neste ano, uma das notícias que mais chamaram a atenção da população foi o surgimento do vírus da febre amarela no Paraná. Novamente, uma doença transmitida por um mosquito, assim como a dengue, voltou a assustar os moradores, em especial os que residem próximos a áreas de mata. No entanto, a febre amarela pode ser prevenida com vacina, disponibilizada durante todo o ano nas unidades de saúde.

A notícia da doença fez com que os parques estaduais fossem fechados, impossibilitando que os visitantes frequentassem esses espaços que são reservas naturais de conservação da fauna e flora do Estado. Porém, os parques serão reabertos para o feriado de Carnaval. Como traz a edição da Folha do Litoral News de hoje, os parques presentes no litoral do Estado reabrem no próximo sábado, 2 de março, mas é preciso estar atento a algumas restrições.

O Instituto Ambiental do Paraná (IAP) divulgou o comunicado esclarecendo sobre a decisão de reabertura dos parques, mas deve fixar placas nas entradas dos locais, contendo informações sobre a febre amarela. Por isso, é muito importante que os visitantes sigam as recomendações, uma delas a de não visitar os parques se não estiver com a vacina em dia.

Neste momento, em que o litoral do Paraná recebe muitos turistas para aproveitar a programação preparada para o Carnaval, é uma oportunidade para conhecer alguma dessas unidades de conservação. Esses espaços possuem muitas riquezas, que podem ser observadas através das trilhas presentes em alguns dos locais.

O Parque Estadual do Palmito, que está bem próximo para quem visita as praias e Paranaguá, na PR-407, é uma excelente opção de lazer para veranistas e moradores do litoral. Em junho do ano passado, o Governo do Paraná mudou o título de “floresta” para “parque”. A mudança garantiu a proteção integral, permitindo somente o uso indireto dos recursos naturais para pesquisas científicas e no turismo ecológico.

A visita pode ser extremamente enriquecedora para quem ainda desconhece a diversidade ambiental do Estado, sendo assim, é válida em especial para crianças e adolescentes. Afinal, ninguém preserva o que não conhece.

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