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Direito & Justiça

Justiça realiza audiência de instrução de testemunhas de homicídio de mulher no Rocio

Audiência foi realizada no Fórum de Paranaguá pela 1.ª Vara Criminal

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Na tarde de terça-feira, 31, no Fórum de Paranaguá, foi realizada a 1.ª audiência de instrução e julgamento do caso da morte de Cláudia Helena Gaspar, de 39 anos, assassinada na noite do dia 20 de março deste ano em sua residência, no bairro Rocio.
Cláudia era garçonete e trabalhava em uma casa noturna. O crime chocou a população pela crueldade com que foi cometido, já que ela foi encontrada nua e ensanguentada, com vários golpes de objeto pontiagudo na cabeça.

O principal suspeito da morte de Cláudia é Rodney Aribal Carvajal, de 32 anos, morador nas Filipinas e tripulante do navio MV Star Lygra, que foi detido pelas autoridades e encaminhado para a 1.ª Subdivisão Policial. O Instituto de Criminalística averiguou que próximo ao corpo de Cláudia estavam os documentos de Rodney.

Naquela data, a Polícia Civil ainda esclareceu que existe o lastro probatório mínimo para autuação do filipino em flagrante, em virtude dele ter sido o último a ser visto com a vítima, de ter encontrado a vítima no momento do crime e por ter vestígios de sangue em suas roupas encontradas no navio.

O objetivo da justiça foi ouvir todas as testemunhas da acusação, que neste caso é o Ministério Público, e as de defesa do filipino. Terminando as oitivas de todas as testemunhas, é realizado o interrogatório. Após a fase de instrução e julgamento, com o depoimento de todas as testemunhas, começa a fase das alegações finais que resulta na sentença. Há chances de o caso ir a júri popular após todos os procedimentos.

Irmã da vítima, Bianca Gaspar; a prima, Simone Fidelis; e a amiga que residia com ela, Jackeline Souza Santos, estiveram no Fórum para a audiência

TESTEMUNHAS

A irmã da vítima, Bianca Gaspar; a prima, Simone Fidelis; e a amiga que residia com ela, Jackeline Souza Santos, contaram que procuram justiça para a morte de Cláudia. “Queremos esclarecer os fatos, porque acreditamos que não foi somente uma pessoa que cometeu o crime. Estamos lutando para que desvendem o crime. Acreditamos que foi tudo premeditado, usaram como assalto para tirar a vida dela e depois furtaram suas coisas. Foi uma crueldade enorme”, relatou a prima, Simone.

Segundo a família, o crime foi planejado por mais pessoas. “Achamos que usaram o filipino, pois ele sozinho não ia conseguir fazer tudo que fizeram com ela. Ela sofria ameaças e estamos aqui para falar tudo que a gente sabe sobre a vida dela”, contaram. Cláudia teve 12 filhos, sendo que três deles estão sob a responsabilidade da irmã da vítima. 

O advogado de defesa decidiu não se pronunciar sobre o assunto.

 

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