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Cultuando

Diogo Alves é artista plástico e colunista da área de cultura.

Exposição Colaterais

01 de fevereiro de 2019

Com apoio da Prefeitura de Paranaguá, através da Secretaria de Cultura e Turismo, permanece na Casa da Cultura Monsenhor Celso, no Centro histórico de Paranaguá, até o dia 17 de fevereiro, a mostra coletiva de Artes Visuais, COLATERAIS.  Vale a visita!

Oficina de Artes Visuais

A artista plástica Beni Moura será a orientadora de duas oficinas de Artes Visuais ofertadas pela prefeitura. As oficinas aconteceram na Casa da Cultura Monsenhor Celso, a de Desenho nas segundas ou quartas e a s de Pintura nas terças e quintas feiras. As duas oficinas tem como finalidade promover a formação de artistas visuais através de uma abordagem teórica e prática das artes visuais e suas aplicações como domínio do saber artístico. As inscrições podem ser efetivadas na Casa Cecy.

As obras de Bernini

Durante os seus 81 anos de vida o artista deixou marcas incontornáveis na cidade de Roma sobretudo ao nível da arquitetura e escultura. A Basílica de São Pedro e a sua colunata, a Capela Chigi, o Baldaquino de São Pedro e o Êxtase de Santa Teresa são apenas alguns exemplos da impressionante obra de Gian Lorenzo Bernini. A escultura barroca cumpriu duas das caraterísticas ambicionadas pelo barroco: a teatralidade e o movimento. A teatralidade: Primeiro, porque muitos dos conjuntos escultóricos, independentemente da temática que os preside são representados como se de uma cena de teatro se tratasse. O artista capta o momento em que o pathos é mais intenso e evidente na expressão das personagens. Para além dos protagonistas, não falta, muitas vezes, o público que participa, assistindo à cena. O Movimento: Em segundo lugar, porque o domínio técnico destes artistas sobre o material fê-los conseguir dar expressão e leveza a gélidos e pesados blocos de mármore. O barroco quis captar o momento e o movimento que lhe era implícito. Por isso os seus escultores procuraram esquemas livres de composição e tornaram as proporções do corpo humano mais esguias. O gosto pelas poses em desequilíbrio fez com que o barroco nos trouxesse a “figura serpentina”, representação de um corpo em movimento espiral. Os planejamentos foram, também, um ingrediente importante na concretização do efeito do movimento. As vestes acompanham a agitação dos corpos e aparecem fluidas e ondulantes, acompanhando a ação e desnudando, não poucas vezes, as personagens. Assim, na própria escultura verificam-se violentos jogos de luz e sombra que trazem mais drama às composições.

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